domingo, 10 de dezembro de 2017

Andei passando batido ou deixando algumas coisas passarem batido. Opa! Jamais! O louco das datas costuma ser infalível, é que tenho estado bastante ocupado ultimamente preocupado com o rumo que minha vida tende a tomar. Mudanças grandes e bruscas assim requerem um pouco mais de atenção, mesmo quando isso não vá auxiliar e/ou influenciar em nada. Tive, também, problemas de internet, especialmente há 2 dias atrás...
Saudades de quando eu planejava a minha vida e o tempo que passaria em cada lugar, até encontrar um destino bem ao sul, um destino final. 8/12, eu contei oito de doze lugares até encontrar o verdadeiro destino e o frio na barriga que isso me causou, nem de longe se assemelha com o frio físico do lugar. Saudades desse tempo 08/12, nossa! Eu ficava feito um louco procurando freneticamente passagens na internet, tudo pelo prazer de 08/12, tudo pelo prazer de passar, ao lado, o 08/12...
8:12 = 4, mas já fazem 5... Posso ter perdido o jeito de elaborar meus textos, mas a arte de ser enigmático é algo que simplesmente não se consegue perder. 5+8 13 – 1 12/12, é o aniversário da minha mãe. 12-4 =8, que é número par, que é o infinito “em pé” que é o dia do aniversário do meu pai, que é uma data que eu nunca vou esquecer. Porque eu desejo tudo de mais maravilhoso que há nesta vida, porque torço e dedico atenção à distância, porque tem todo o meu amor...
É, você mesmo...

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Limbo existencial...

Às vezes precisamos ou somos forçados a tomar decisões e outras vezes a vida toma por nós, decisões que podem virar nossa vida de ponta cabeça e tudo o que podemos fazer é segurar nas mãos de Deus e ir. É normal o medo do desconhecido, é estranho o medo que estou sentindo. É como se eu já quisesse me ambientar antes mesmo de as coisas acontecerem, mas não consigo exatamente por este fator: ainda não foi.
Sei o que me espera, mas não sei o que esperar e isso tem me causado crises internas de pânico porque é difícil positivar algo sem garantias. Nada me faz pensar que a ausência de perspectiva em um lugar conhecido poderia gerar-me presença de perspectiva em outro lugar completamente diferente e estranho, mais amplo e com cada vez mais valentes buscando ali o seu lugar ao sol.
Também tem aquela história do apego, né? Tô aqui meio que saudosista, apegado a vários nadas que tenho. Escolhas, nossa! Elas nos matam. Às vezes a gente precisa fazer escolhas para evitar que matemos é a vida... O lugar, parentes próximos, amigos... talvez um amor perdido... Tudo isso entra em ebulição na cabeça da gente, sendo que não existem muitas opções, né? Só dizer tchau e ir...