quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Enquanto tiver bobagem a gente posta. Por que não?

Não sei. Não entendo. Às vezes parece que eu não consegui encontrar o meu lugar no mundo. Será que existe alguma coisa errada comigo? Não, sério, será que é possível, tipo, eu ser de uma época e existir nesse mundo com os costumes, sei lá o jeito de ver e sentir dessa época? Bom, que eu pareço um velho, ainda que na flor dos 24 anos, isso não tem dúvida. Mas, cara, eu sempre fui assim.
Meu termômetro de tolerância é muito oscilante, às vezes ouço/vejo coisas acontecerem e não me vejo, mesmo que com a mesma idade, fazendo/falando. Eu fui uma criança normal: brincava, corria, pique - esconde pega-pega; tive os meus carrinhos, soltava pipa, enfim... Fui criança.
Não me acho anormal porque penso diferente, mas acho estranho o meu modo de questionar o que é normal. Sou normal e, como qualquer pessoa, tenho os meus momentos de idiota, crianção e coisa e tal... Mas, às vezes, penso igual com que falei no início e isso mexe com o que muitas pessoas acreditam,  pois posso ser um espírito que reencarnou numa época atípica.Talvez por isso eu seja assim, um pouco intolerante e intolerável. Hahahaha

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Wind of change? I Don't know...

Seria pedir demais querer conhecer a si mesmo? Sabe, em alguns momentos eu não consigo me entender, talvez deva ser por isso que desisti de tentar entender as pessoas, uma vez que no princípio básico – que é conhecer a si próprio – eu já sou reprovado.
Eu falei em dar passos para trás no post anterior, mas isso pode ocorrer de várias formas e, não posso deixar de destacar que, eu mesmo, também dou vários passos em falso e constantemente tenho voltado ao passado, voltado atrás, mesmo que seja nos pensamentos. Isso é algo inevitável! Não sou psicólogo, mas pretendo ser um dia... Mas, especificamente nesse caso, não é preciso ser um para dizer que todo mundo um dia põe o pezinho no passado e, pelos menos alguns minutos – alguns até horas, anos – permanecem neles. Não é o tipo de caso isolado, também não é aquele caso que restringe generalizar. Aquele que disser que não pensa no passado, mesmo que por um milésimo de segundo, está mentindo!
Existem pessoas que, mesmo que seja a fim de atingir alguém, o faz por conta de alguma coisa motivada de um passado, muito embora esse passado não a afete diretamente, mas por ter parte com alguém próximo ou muito próximo, tenta colidir.
I am a lifelong learner, but I have had an improvement. It's hard when you establish an abrupt and difficult change to digest. But I think I've got some progress, lots of things still need to change and process. I'm not sure I'm not gonna regress. I just don't need to say I've changed 'cause my actions and words will speak for me.
E os meus olhos, enquanto isso, apenas observa à distância o movimento rápido e ao mesmo tempo lento das ventanias. As tempestades do meu coração parecem ter acalmado. Isso é bom ou não. Mas eu não tenho muito e, ainda sim, pareço ter acalmado redemoinhos.







Vocês... ?




Abraço.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

É?

Por que seguir em frente, se você pode sentar-se à sombra, descansar, pensar e decidir um novo caminho a seguir? Porque se você sentar, pensar e decidir, talvez encontre uma solução, mas talvez não encontre a chance de colocá-la em prática. Um carro, esse seria um exemplo quase perfeito, mas um veículo ajudaria bastante porque te levaria junto com o tempo que passa – e não volta – talvez, nesse meio tempo, te deixando encontrar a solução indo para um destino qualquer.
Mas se por um acaso você não tiver o quatro rodas e preferir sentar, pensar e decidir... Te desejo boa sorte! Algumas pessoas andam para trás, mesmo quando se dizem estar para frente. Atitudes! Tudo gira em torno das atitudes! Às vezes uma pode te tornar um completo idiota, imbecil, basbaque, tudo gira em torno da infantilidade cometida na ação, o quê, claro, para você pode ser algo esplendoroso. Não! É vergonhoso, é digno de peninha.
Sabe a criança da qual comentei em um post passado? Que, algumas horas após o machucadinho, permanece chorando ao lembrar que bateu o bracinho na parede, mesmo para chamar atenção? Atitudes semelhantes fazem pessoas que almejam o brilhantismo tornarem-se pequenas. Não precisa chamar atenção do mundo, ele te notará naturalmente! Chamar atenção, a grosso modo, significa necessidade de existir e, desculpa, mas isso é triste!

Acho que o jeito mais simples é agir da forma que se prega, sem se importar com nada e nem com ninguém... Isso requer que não se importune ninguém, também...


Abraço.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Por que metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei.

A vida nos prega cada peça e o engraçado é que ela não avisa é como se existisse uma lista com todas as ocasiões e situações, sejam elas inusitadas ou não programadas, mas, para que essas coisas venham a acontecer, ela precisa dos personagens que somos nós.
É como se fosse um jogo, uma espécie de arena, a arena da vida, e os personagens precisam ir cumprindo as missões; estas dadas pela produtora de todo o Reality show sendo que esse é, de fato, a vida real e não somente embasado.
E quando começa a fase de confrontos, a fase de encontros, desencontros, procuras e interesses é que surgem alguns obstáculos. Esses obstáculos servem tanto para o bem quanto para o mal são coisas que não deveriam, mas, se encaixam e atrapalham cada um dos personagens em suas missões. Às vezes acontece de o jogo sofrer algum contratempo, sabe? E o jogador parece ter perdido o seu foco, isso pode significar o seu próprio game over, ou, ainda, simplesmente o adiamento do outro personagem em questão. Opa, nesse ponto eu não posso generalizar, porque existem aqueles que são focados em fazer o que têm de fazer, de cumprir o que seu instinto o impulsiona a fazer.
Já me foi dito uma vez que quebraria ao meio tudo o que eu acreditasse... Eu posso dizer que, em tese ou partes, sim! Conseguiram quebrar! Mas essa conquista remete ao que conseguiram construir, se é que é possível construir castelos encima de pseudo-solos. Acho que é preciso uma estrutura sólida...


 
¯¯¯¯¯¯Quebrarei ao meio tudo o que acreditar

"Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio."

             ¯¯¯¯¯¯Oswaldo Montenegro

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Pequeno comentário sobre minhas conversas.

Olá! Segundo post deste mês. Hahaha! Talvez a motivação não seja grande, mas o blog tem o intuito de expor tudo o que penso – sem querer dizer  que seja – e acho correto, uma visão pessoal. Eu conversando outro dia com algumas pessoas, descobri alguns probleminhas nos meus textos, sim, claro, problemas além dos vários excessivos erros de escrita (concordância, pontuação e, quem sabe, acentuação), erros de transmissão talvez.
Algo como “você escreve muitas coisas quando que, na verdade, esses montes de palavras não dizem nada. Palavras sem sentido!” Não é uma comparação válida, mas algumas das obras (pinturas) mais caras das quais já ouvi falar, são apenas uma série de riscos em cores diferentes que representam marcos da humanidade... Obras clássicas!
Já vi muitas definições para os meus post’s como já até relatei em algum por aqui, mas é como eu falei mesmo, meus post’s são apenas o que eu penso transcritos nas mal digitadas linhas... Eu acredito ser correto, pode ser ou não, mas é o que eu acredito.
Tudo bem, pode dizer que muitas vezes são, sim, mensagens; assim como também posso dizer que são palavras, apenas palavras, pequenas palavras ao vento. E aí, cola ou não? São coisas que podem ou não tocar pessoas com quem jamais tive contato. Sim, podem, por que não? Já li alguns blog’s que me fizeram por a mão na consciência e pensar bastante e eu não conhecia as pessoas.
Hoje eu fiz um comentário me colocando como dupla personalidade. Hahahaha! Aqui eu falo sobre a minha vida, sobre fatos... Aqui eu lanço situações, relato situações, mas escrevo coisas voltadas para a vida, numa forma bem direta... Em outros lugares eu comento, brigo, discuto sobre coisas que não me atrevo a colocar no meu blog. Haha!
Mas é aquela, cada situação tem seu ambiente favorável e em cada ambiente desse existe uma espécie de exposição... Os riscos ou não riscos seguem a mesma proporção 50% para fracasso e para sucesso, pois o inverso é verdadeiro já dizia Zenóbio.


Abração.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Cotidiano...


1º de Dezembro. Nossa! Já chegamos ao último mês do ano e eu não vi o tempo passando/vi sim, foi tudo tão rápido... Pra se ter uma idéia, nem Janeiro que é o mês mais longo de todos os anos, demorou a passar. Minha cabeça dói e sinto umas tonturas, fome não é, pois acabei de almoçar... Enfim, normal!!!
Eu me habituei a almoçar sozinho e já virou algo automático, eu pego a bandeja e já procuro a mais isolada das mesas, hoje não foi diferente busquei uma mesa vazia e deixei minha bandeja, me direcionando ao lavatório para lavar as mãos, mas, hoje, para minha surpresa, ao voltar à mesa, vi duas garotas também colocando a bandeja delas... Eu confesso que fiquei sem entender, completamente. Olhei assustado e, sem falar nada, ia retirando minha bandeja quando uma delas – gêmeas por sinal – me olhou e disse: “pode ficar aí!!!” Eu sentei meio sem jeito, não tenho mesmo o costume de comer na companhia de pessoas que não conheço. É uma situação, no mínimo, constrangente...
Senti-me meio intruso na minha própria mesa. ‘-‘
Mas é assim mesmo, a vida da gente é cercada por situações inusitadas, concordam? Eu não, mas, fazer o quê?!

Esse foi mais para postar hoje, primeiro dia do mês. O post verdadeiro deverá sair nos próximos dias do corrente.


Abração.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio.

Ontem eu participei de uma aula que, poxa, é pura maçada. Nossa! Eu dormi a aula quase toda. Mas no início o professor fez um comentário referente a um assunto que não cabe citar aqui hahahahaha, mas ele disse algo que me chamou atenção, a frase dizia mais ou menos assim: “o pior golpe para o ego de uma pessoa, é ver que ela não faz falta nenhuma.” Será mesmo? Eu posso dizer que existem vários sentidos para essa citação... Às vezes as pessoas fazem questão de não fazerem falta. Às vezes querem isso, mas, no fundo, não é lá o que querem que aconteça. E para outra isso simplesmente não faz a mínima diferença, é como um espelho e reflete para ela o que o oposto é. Ficou confuso de entender? É tipo assim: Eu não faço falta para você? Dane-se, você nem existe para mim – isso que eu quis dizer. (:
 E, olha, isso não é só uma situação exposta nessas mal digitadas linhas, são situações reais e que acontecem na vida. Não sei a quem estou cutucando com isso, visto que várias pessoas lêem as minhas bobagens, mas são coisas que acontecem, Right?
A gente vive num mundo de valores, mas tem-se que abrir um parêntese ao redor dessa palavra valor: Moral? Material? Sentimental? Eu dou a minha resposta; vou dizer que 75% (estou sendo generoso com a categoria) das pessoas supervalorizam o material, e te caracterizam pelo que tens e, não pelo que és. E existem os pré-julgamentos, eu mesmo fui/sou pré-julgado várias vezes, mas tenho que confessar também fazê-los o que me leva ao descrédito de reclamações, ou seja, elas por eras e toca o barco.
Algumas pessoas realmente não fazem falta, ou mesmo você, vocês, eu, nós não fazemos falta para algumas pessoas... mas, não se enganem, isso dura até o momento em que essas pessoas precisem.






E quando esse momento chegar.... Ajudem! Somos semelhantes, somos iguais perante a lei, mas somos distintos.

Ótimo restante de semana.

domingo, 20 de novembro de 2011

Sou mais meu chinelo de dedo, do que cromo alemão apertado. ♫

Domingo já, fim de festa. Eu resolvi fazer algo que caracterizou o meu início de ano caminhar um pouco. Isso foi/é legal, é sadio, faz bem, talvez... Sabe quando você baixa a cabeça e se concentra em passadas? Tipo, sem se importar com que está a sua frente, quando os pensamentos parecem que somem de sua mente e fica aquele vazio, você fica praticamente uma máquina seguindo apenas a direção. E a presença das pessoas não é importante, e os comentários que elas possivelmente farão em relação a você, de diferentes teores, são desinteressantes ou parecem ser alheios a você.
Quando apenas as fadigas musculares incomodam, ou aquela gotinha indiscreta de suor cai por sobre a vista, e você se dá conta de que, naquele instante, é como se estivesse sozinho – e de fato está – e aquilo não se torna nenhum empecilho. Esse ano que pude perceber que ser sozinho não é de todo ruim, eu pude enxergar – após pensar que não conseguiria ir para os lugares sem a presença de algumas pessoas – que o termo “melhor só do que mal acompanhado” faz muito sentido, é verídico.
Mas não posso dizer que durante toda a trajetória da caminhada não pensei em nada, não, não posso dizer isso. Até porque, em algum momento a gente sabe que pensamentos vêm e vão. Pensamentos alternos, pensamentos neutros, pensamentos bons, também vêm os pensamentos ruins... Você lembra, por exemplo, daquele alguém a quem quer muitíssimo bem no mesmo instante em que, evidentemente, a tristeza te revela a lembrança de alguém a quem tu já quisesses bem e que não deveria lembrar, mas no calor do esporte, após alguns minutos de mente vazia, vários pensamentos começam a circular isso é involuntário, infelizmente! É quando o cansaço começa a bater indicando que é hora de retornar e o corpo começa a sentir falta de água, assim como o coração sente falta de amor. E então, nesse momento, é hora de ir...


Ótima semana.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

"Veja bem"

Eu sou um cara crédulo, não sou muito de duvidar daquilo que, para alguns, é inexistente. Muito embora seja preciso ver, ouvir, tocar e sentir eu acredito apenas em ouvir falar. Nunca toquei ou fui tocado por Deus, mas já passei por algumas situações e, acreditem ou não, algo sempre me livra de coisas ruins. Mas, e aí, já que só se pode acreditar naquilo que se vê o que pode ter acontecido? Os críticos e sábios que batam suas cabeças, ok? Os pseudo-críticos, e os famosos “acredito naquilo que a maioria acreditar” que fique na sua falsa personalidade, sem identidade, ora uma coisa, ora outra coisa – isso é deprimente – enquanto eu fico aqui, com minhas crenças. Hahahahaha!
Os sábios e, verdadeiros estudiosos da palavra esses sim, esses têm alguma propriedade para falar, mas é aquela coisa... Eu vou confiar no que acredito, sabe? E se um parente meu que já faleceu aparecer para mim? – É um demônio, porque nossas almas dormem profundamente após a transição, está na bíblia. Ok, Martinho, ok! Mas eu acredito que não. Se a folha fosse uma só, não é? Mas até meu blog pode ser algo santo, ele, pelo menos, é escrito só por mim... Uma única versão!
Vem às férias e com elas as DPLE’s, e com estas vêm Solos II, eu não agüento mais esse inferno, mas tenho um amuleto! Todas as pessoas a quem já perdi, peço força, orientação, acima de qualquer coisa, peço que mantenha a minha cabecinha no lugar, isso é o principal, é algo que não preciso provar a mim mesmo e nem a ninguém... Mas preciso manter e, nas poucas vezes que rezo, peço por isso porque eu não sou ateu nem por conta de amizades e nem por conta de descrença, para mim, Deus sempre existirá e não é por causa da ciência que estou aqui...
Conto comigo mesmo e com a orientação primeiramente de Deus, e dos meus amoletos...



Abraço!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Mudaram as estações, nada mudou. ♫

A vida cheia de fases que trazem dúvidas, medos, receios. Ela é embasada em opções, escolhas – por vezes egoístas – decisões; e isso cabe somente a nós fazê-las e tê-las.
E lutar com isso é tão complicado, porque muitas vezes temos a inocência de fazer algo em função de um alguém, o que, claro, é um atitude nobre; mas não temos o cacoete para fazermos isso e acabamos por caracterizar essa ação como individualista. Chega a ser uma frustração “fiz para o seu bem, pensando em você”, mas, na interpretação geral, na distinção entre quem aplica e quem recebe a ação, tem-se a noção de que foi uma atitude egoísta.
Sabe tudo que se vai fazer, quando não bem explicado, quando não bem esclarecido, deixa brecha para más interpretações. Eu fiz uma prova hoje e isso serve como exemplo... Se a minha resposta não for coerente, se eu não explicar o que tentei dizer com aquela resposta, o professor não considera, é relativamente simples.
O tempo passa talvez a gente falou aquilo que não queria, ou não queria, mas acabou falando. Ou, ainda, deixou de falar alguma coisa. De repente nossas ações repercutem como um ciclone vai ao ponto de uma maneira devastadora, esse momento do êxtase não pensamos muito em nada, nem em como o que dissemos entrará no entendimento das pessoas. Não pensamos, por exemplo, em como encaixar as palavras, ou como elas irão tocar a pessoa, aí, ainda sim, é egoísmo. O que não pode é querer, depois de tudo, seguir com solo seco e céu azul após um temporal, não pode! Estamos lidando com carne, osso, coração, emoção. Não com um joguinho – sim, eu disse jogo – onde você manda, desmanda, controla, seu personagem morre e você dá o reset, depois ele está lá vivinho para você outra vez.


Aqui é vida real, aqui o outro lado sente também... Eu sei bem como é isso... E já fiz muitas pessoas saberem.




Abraço.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Memórias?


Dizem que recordar é viver, mas é preciso saber o que recordar, pois nessa vida passamos por tantas coisas, por tantas situações que eu não diria “recordar é viver”; e diria, até, mas acrescentaria que vivemos coisas boas e as ruins o que me credita dizer que nem sempre vivemos “felicidades” nesse recordar.
Minha memória é mítica em alguns casos e, ao mesmo tempo, totalmente falha aos quais deveria realmente ser boa. Eu recordo cenas de quando era criança e fui para Cruzeiro do Sul e acredite, eu era muito criança nessa época. Mas é aquela coisa talvez eu não saiba daquilo que todos esperam e, no entanto, eu posso saber de coisas que as pessoas nem imaginam que eu sei ao seu respeito. É tudo tão confuso! Sei de nada ao mesmo tempo em que sei de algumas coisas.
Algumas coisas não se apagam da nossa memória, pode passar o tempo que for às vezes até pensamos que conseguimos esquecer e elas findam aparecendo mais vivas do que deveriam. Por que algumas coisas em nossa mente simplesmente não  ... morrem?

Complicado... Eu acho.


Mas eu já até me acostumei, vem e vai, igual a um post que fiz aqui, titulado exatamente assim. Hahahaha!


Abraço.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O amor, indepentende do seus infinitos sentidos, é determinante na vida de uma, ou de muitas, ou de todas as pessoas.

Pode parecer bobagem o que vou escrever aqui – e se de fato for, olhem o banner do blog e verão que não foge ao tema a que ele se propõe – mas as nossas atitudes são como manequins em vitrines, elas servem como exemplo. Seja para alimentar o ego das pessoas falando mal de você, seja para elas enxergarem, de alguma forma, como caminhar.
Eu costumo dizer que não é muito legal comparar pessoas, não gosto de ser comparado a ninguém... Mas, devo confessar que, algumas muitas coisas a gente acaba meio que copiando. Sejam gestos, sejam ditos populares, sejam algumas formas de agir. Vamos dizer que, de fato, é benéfico “copiar” coisas boas das pessoas; aprender aquilo que é produtivo e mais ainda, poder estar passando suas experiências para estas e outras pessoas. Muitas vezes não temos a capacidade de percepção, mas pessoas produtivas aprendem aquilo que temos como ponto de produção e até nos admiram por isso. E isso é legal.
Mas saindo um pouco do profissional e voltando mais para lado família – seja a sua ou a de quem te têm como padrão – suas atitudes podem colaborar tanto para o bem quanto para o mal, e quando você gera um ser, aí sim, que suas atitudes influenciam vitalmente na vida desta pessoa.

- “Sorte, sorte na vida, filhos feitos de amor” Mesmo? E aqueles filhos que não foram feitos de amor, eles não merecem ser amados? A presença dos pais na vida dos filhos é, impreterivelmente, um fator importante e determinante para o que ele será no futuro. Mas ser presente não é estar na sobre o mesmo teto todos os santos dias, ser presente não é disciplinar o filho num momento de um mal feito. Ser presente é dar atenção, é pegar na mão, é se oferecer mesmo quando o filho não quer, de forma alguma, a sua presença perto. Ser presente é, quem sabe, estar à beira da cama do filho quando ele acordar gritando por ter tido um pesadelo. É fazer prevalecer o carinho e a força da família, muito embora ela não exista, mas é importante para criança sentir-se amada! Eu não sou uma pessoa paciente e pode ser hipocrisia estar escrevendo justo sobre isso, mas não sou uma pessoa violenta também... Eu uso das palavras, acho que elas ferem mais do que uma pancada qualquer. Porque depois que a carne cura por dentro e desincha por fora, acabou. Mas as palavras ficam rodando na nossa mente, as palavras, assim como a serpente de Adão e Eva, vêm com a gente desde o momento em que as ouvimos até, quem sabe, o momento em que estamos desencarnando – eu acho, nunca morri, não posso afirmar. Mas os filhos são orientados pelos pais, segundo as leis familiares, para serem cidadãos de bem! “Ah, mas eu não tive auxilio dos meus pais e sou uma pessoa de bem” meus parabéns, justamente por não ter tido apoio da família, dê todo o seu apoio e ainda pegue mais emprestado para dar aos seus filhos. Educar é ensinar, mostrar e guiar para o que é certo. Educar é disciplinar no momento certo, cobrar com respaldo, com propriedade. Existem famílias que dão tudo aos filhos, desde a liberdade até o conforto e todos os bens materiais de que lhe são do agrado, mas, justamente na hora de disciplinar, jogam tudo isso na cara dos filhos como se fosse algo fundamental para a vida deles e aí eu pergunto: E os pobres? Eles podem julgar os filhos por aquilo que eles não puderam dar? E quando são questionados, por exemplo, “ Mãe, mas o pai do meu amigo faz de tudo por ele. Ele calça sapatos de R$500,00, estuda em escola particular, vai à Itália final do ano, mas recentemente eu descobri que ele anda faltando aula para se encontrar com aquelas pessoas. Mãe, eu queria um sapato daquele e uma calça bem bonita.” Será que dói nessa mãe? Bom se colocar na situação. Mas, sei, eu acho que dói mais na família daquele garoto. Pois ele tem tudo, mas não tem os pais. Ele tem pessoas que lhes dão tudo o que ele precisa, mas ele não tem amor. Ele não tem a presença dos pais, ou do pai ou da mãe. E ele vai crescer... E quando começar a fazer coisas adversas, os pais se perguntam – geralmente com as mãos na cabeça – onde foi que eu errei, eu nunca te deixei faltar nada, porque você é assim, meu filho? Errou em estar perto do filho, mas estar longe, porque o jornal com notícias sobre o Kadafi era mais importante, porque, quem sabe, o penúltimo capítulo da novela iria ser legal e não podia perder, deixou de estar presente porque a festa era mais importante... Deixou de estar presente porque havia resistência da outra parte e, na oportunidade, não manifestou, para servir até mesmo como argumento de defesa num futuro, vontade de estar ali. É como se, de repente acontece isso: “Quer me matar, me mata, minha doença não tem cura e eu vou morrer amanhã, pelo menos já adianta.” Simplesmente aceitar...

Os guias dos filhos são os pais, o sucesso e o fracasso dos filhos são, de fato, de inteira responsabilidade dos pais. O que eles serão quando crescer começa a ser definido pela educação, e isso, amigos, não começa na escola, começa dentro de casa... Eu não sou ótimo como pessoa, não sei se serei bom pai, não prometo isso porque sei do meu temperamento... Mas procurarei sempre lembrar que, tudo o que meu filho fizer, independente de quantos anos tenha, é minha responsabilidade. O nosso erro induz os nossos filhos em sua vivência... O princípio de tudo é dentro de casa...



Até mais!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Fim dos tempos? '-'

Eu vinha no ônibus como sempre, na minha, olhando pela janela e deixando o vento bater nos olhos, perdido em meus próprios pensamentos, ouvindo vozes bem longe – apesar de que, dentro de ônibus, o povo não economiza as cordas vocais, muito menos o volume – desligado.
Só que essa minha hipnose maluca é quebrada por um aparente dialogo ao telefone, e foi então que eu ouvi algo que me surpreendeu; A moça dizia exatamente assim:

“- Eu preciso parar com essas bobagens, porque depois quem fica sofrendo sozinha sou eu.

- Desculpa, eu vou me controlar, vou parar com essas chatices; eu te amo muito. Eu sei que sou chata, mas eu faço isso porque eu tenho medo de te perder.

- Eu sei, se você não me amasse também, não aturaria as minhas besteiras, é por isso que vou tentar mudar, vou fazer um esforço por você e pelo que sinto por você. Não se afasta de mim, eu te amo muito, muito, muito. To no trabalho e infelizmente tenho que desligar, só liguei para ouvir tua voz e acalmar meu coração, estava sentindo muito a tua falta.

- Eu não quero perder você, meu amor. Tudo o que eu faço é para não te perder, mas sei que estou fazendo errado e vou consertar isso, ta? Quando sentir saudade, dá um toque que eu te retorno, eu te amo muito. Mais tarde eu te ligo, um beijo meu amor.”

Eu fiquei surpreso por ter ouvido isso de uma mulher, sabe? É difícil para uma mulher admitir que esteja sufocando o seu parceiro, tudo bem que foi algo por telefone, mas eu achei bonito o gesto da moça de ligar para o namorado, admitir e se desculpar. Ver que está de alguma forma afastando ele dela com aquela atitude e, partir dela o diagnóstico de mudar, o que é muito importante, diga-se de passagem. Sem fazer distinção de sexo; acho que esse tipo de atitude deveria existir de ambos os lados, acho que o bem estar dos casais só conta com a consciência de ambos... Evitaria tantas coisas... Talvez ela teve esse tipo de consciência, ou porque o namorado foi contrário a veras com tais atitudes, ou, quem sabe, a fez sentir na pele o que esse modo de agir acabaria causando. Às vezes por falta de um grito se perde uma boiada inteira...


Fim dos tempos? Não, talvez seja a verdadeira essência do amor ameaçada por desespero... É importante enxergar que a alma do negócio é aproximar sempre, jamais afastar a pessoa amada... Eu não parabenizei a moça pelo ato, mas fiquei feliz por ela.


Esse é só um relato mesmo, achei interessante e quis postar no blog, quem achar que consegue, retira uma lição daí.


A moça era a cobradora do ônibus que faz a linha UFAC.



Abração.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Não é essa a função? (:

Há quem diga que meus textos são relatos revoltados, há que comente que meus textos parecem um bando de setas apontando para todos os lados. Existem pessoas que, não só pensam, mas dizem que meus textos são um conjunto ‘infinito’ finitamente composto por mensagens subliminares. Afinal, o que são os meus textos? Um muito de nada disso... E, no entanto, talvez seja um nada de tudo isso.
É mais provável que seja a minha voz em forma de palavras digitadas. Sabe; tudo o que eu falaria normalmente, mas que, resolvi desabafar abrindo este bloguinho? Então, é bem por aí. Eu volto a frisar que meus textos são de dentro para fora, não de fora para fora. É claro que existem uns excepcionais como os enlutados, por exemplo; o do sonho que tive com meu professor, mas, ainda sim, não deixam de ser de dentro para fora. É uma coisa minha! Talvez, aqui, no meu cantinho, eu tenha mais liberdade para largar as palavras. À minha maneira, da forma que me agrada.

Quantos as mensagens, bem... As mensagens nem sempre são absorvidas como eu gostaria, mas, fazer o quê? É como eu já disse uma vez... Somente eu sei o que coloco no meu blog. A interpretação de vocês pode ser diferente do real sentido do post, mas é a opinião de vocês, e isso, isso é igual a casa de marimbondo, não se mexe. Hahahaha!


Abração.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

É ou não é? Não é!


Se eu ligo por esquecimento? Não mais! Já fiz alguns post’s neste mesmo blog falando sobre essas coisinhas que acontecem falando da minha indignação, da minha chateação com esse tipo de coisa, mas aí, eu acabei parando, olhando para trás e fui pensando que não vale à pena esse tipo de lamentação, até porque, essa lamentação fica por minha conta. Um papel que está a queimar só vai queimar até o fim se o fogo estiver forte, mas, se ele não estiver, vai ficar pela metade sim.
Não trato mais como o fim do mundo esse tipo de coisa, permaneço levando amizade a sério, permaneço considerando os meus amigos, ainda tenho a fragilidade de acreditar nas pessoas e, por isso, acabar me ferrando... Só que algumas coisinhas me fizeram endurecer, sabe? Se for bom ou ruim, isso cabe às pessoas não a mim dizer.
De repente as rochas não esperam que a onda vá bater nelas, vai ver elas são imóveis, então, obviamente que não poderão ir ao encontro das ondas.
Pode parecer maluco, mas agora eu não dou mais um passo... Eu vou nivelando esse tipo de situação de acordo com a freqüência com que acontece. Até porque, o computador não é tão importante, importante é o que você pode fazer através dele. Se importante ele fosse, ao estragar ele não seria jogado no lixo, mas é não é? Foi! Se for, é porque ele não serve mais. Nós somos do mesmo jeito, o exemplo serve só a forma que é diferente. E é nessas que eu vou nivelando. Como um receptor de energia solar, quanto mais sol fizer, mas energia ele gera se não fizer sol... Vale destacar que, SEMPRE, acontece com pessoas que gosto e considero demais. Fazer o quê, né? Não posso dar valor a todos, vai ver eu estou deixando de valorizar quem sempre está ao meu lado.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Capricho, talvez.

É fato que a primeira impressão conta como 101% da sua imagem, de como você será visto para a sociedade, ou, quem sabe, para um determinado grupo de pessoas. Uns falam de preconceito, mas a verdade é que respiramos ele, comemos ele, bebemos ele e, por ele, somos avaliados e avaliamos o que as pessoas usam/vestem. Sim isso é verdade! Vivemos em uma sociedade de pensamento hostil, hipócrita, medíocre; uma sociedade que se apóia em valores, desvalorizando o que, de fato, deveria ter seu valor.
No modelo de sociedade atual, tem-se que ser aceito para ser correto, mas vivemos num padrão onde nem todos os corretos são aceitos. Um pedaço de pano cobrindo o teu corpo faz uma diferença que você não sabe o quanto. A tua idoneidade é baseada – pasmem – mais ou menos pelo que você usa como vestimenta, muito embora que as tuas ações sejam um tanto quanto duvidosas, mas se o preconceito dita as regras, o jeito é segurar o mastro do navio e apoiar-se nos cordões da vela da descriminação.






Este sou eu em meu local de trabalho... Quebrando os padrões e as protocolizações?











Este não quer que as pessoas o endeusem, não quer que as pessoas o bajulem... Este só quer viver como gosta de viver e, provar que, embora a sociedade seja padronizada, a capacidade e o potencial de qualquer ser humano e profissional não são medidos pelo casaco de linho que ele usa. Vestido ou nu ele terá a mesma capacidade.


Obs: Eu acabei esquecendo que existem ocasiões e ocasiões, existem os ambientes que, querendo ou não, nos fazem adotar certo tipo de postura meio que igualando aos outros exemplares. Eu não poderia deixar de abrir este parêntese, pois não é em todos os ambientes que se pode atuar assim. Hahaha! Mas quis destacar meu ambiente de trabalho porque, simplesmente, sou um dos pouquíssimos que atuam numa constante, no entanto, se continuo onde estou, quer dizer que a minha forma de ser não influencia tanto quando o que vale é o que eu posso fazer...



Abraço!

sábado, 1 de outubro de 2011

...

Assim como as plantas que desde a semente, germinam, nascem, crescem e geram seus frutos teoricamente são os humanos. Mas existe um agravante que traça uma linha tênue entre esses dois extremos e, especialmente, entre a vida e a morte. Notem que uma árvore vive cerca de 150 anos – um dia existiu dessas coisas, hoje em dia, cerca de 50 anos, apenas – os humanos, em sua naturalidade, chegam aos 80. “Ah, mas meu avô completou seus 98 faz pouco tempo” Sim, eu sei. Minha Bisavó, última vez que a vi, tinha 97 anos. Ela é uma anomalia por conseguir chegar a essa idade? Não! Mas eu me referi a números, me referi às estatísticas traçadas, é evidente que existem casos fora deste padrão, até porque não é nenhuma regra e mesmo que fosse todas elas deixam brechas para exceções.

Mas, voltando às linhas iniciais deste post... Essa regra teórica sofre algumas e, eu diria drásticas, alterações... Porque, mesmo as plantas que chegam a viver cerca de 150 anos, quando acometidas por: pragas, patógenos, condições desfavoráveis ou intervenções antrópicas, acabam por deixar de existir – não a espécie em sua totalidade, mas aquele exemplar específico – antes do seu tempo. Mas, aqui para nós, qual a diferença exorbitantes que vocês vêem? Não, eu não quero “menosprezar” os humanos, a ironia que faço é referente à vida como um todo.

Nós não somos eternos, nós não somos nada e, como disseram num filme, nós nunca mais estaremos aqui. A vida se vai tão rápido quanto uma corrente de ar que passa, eu digo que a nossa vida, o nosso espírito é uma corrente de ar que circula em nosso corpo, mas que posse sair a qualquer momento. Diante da fragilidade tão claramente destacada, por que insistimos em achar que somos algo que NÃO somos? É difícil ter consciência e viver no igual? “Se roubar tenho que roubar também?” Não, ser igual no sentido de não menosprezar ninguém... Isso serve mesmo para mim. O ser humano é tão escroto que, mesmo num momento de precisão, é capaz de pedir e escrotear as pessoas, mesmo precisando.

Enfim... Se foi uma plantinha, uma planta ainda jovem, que ainda tinha muita coisa para fazer em nosso plano. Mas eu espero que ela continue a sua missão, agora em um lugar muito melhor do que esse em que vivemos, porque se existe inferno nós pisamos e respiramos nele.

Tenho deixado bem claro em alguns post, algumas atitudes que não costumava a ter... Às vezes as pessoas são hipócritas quando não sabem o significado da palavra, nesse momento eu acho que não cabe hipocrisia... Eu desejo que você esteja em um bom lugar, Tia. Mais do que eu que não a conheci, que não tive nenhum contato com a sua pessoa, sentem os familiares diretos e os irmãos. Se eu pudesse daria o meu abraço em cada um. Embora não fosse trazê-la de volta, mas vale o apoio – depende do ponto de vista de cada um.

Ficam na memória as poucas: duas ou três vezes que tive a oportunidade de conversar com ela por MSN... Fica a certeza de que o sofrimento dela acabou, de que as dores dela foram embora e, de que, com certeza, ela está em um bom lugar...

Vá em paz, Tia Teresa.
 

sábado, 17 de setembro de 2011

Nem amizade, nem autenticidade, favorecimento é a verdade. Verdade não verdadeira, eu diria.


Passado, presente, futuro... Para que servem? E o Tio Destino, esse existe ou não? Será que, todas as coisas ruins que nos acontecem, é por que somos a mão esquerda de Deus? “Ih, já está falando bobagem’’ não propus nada muito diferente ao título do blog, tento seguir uma espécie de padrão. É mais do que certo que escrevo de dentro para fora, não de fora para fora... É mais do que explícito que as coisas que escrevo podem, ou não, chamar atenção das pessoas a intenção não é bem essa, caso contrário eu postaria mais, melhoraria a qualidade dos post’s, mudaria um pouco os roteiros, a forma de me expressar... Hahaha!

Mas é como disse no meu primeiro post: nem de longe esse blog tratará de assuntos abertos ao mundo e, pois, não é de grande importância. (:~

Mas voltando ao raciocínio, já percebi que tenho a estranha habilidade de ressuscitar defuntos... Defunto? É como uma criança que leva uma pancada de pequenas proporções chora e os pais não dão confiança, então passa um tempinho e a criança se cala só que, ao passar mais um tempo, os pais, não conformados, vão lá e perguntam: Passou filho (a), e a criança volta a chorar e passar a mão onde machucou pelo simples fato de ter sido LEMBRADA. Hahahahaha! É uma merda mesmo, mas eu fiz isso, meus irmãos fizeram, meus filhos farão e, vocês mesmos, todos vocês já fizeram.

Já ouvi falarem e, por coincidência, já tive experiência com caminhos desviados... Sabiam vocês que acontece da mesma forma com os conselhos? Verdade! Eu, hoje, sou meio que “católico” com certos conselhos que me façam acreditar muito em algo, sabem por quê? Porque, por ser agente duplo, Bruce Lee pode ter sido assassinado... Os americanos não dormem em serviço, parceiro! Eu descobri que acreditar incondicionalmente em pessoas é prejuízo, que vai pra sua conta e que, obviamente, custa muito caro.

Entenda o caso. Haha! Um anjo vem e te ajuda, te estimula te encoraja e te encaminha: “Olha, o caminho é aquele. Pode ir que está seguro.” E tu vais. Só que esse mesmo anjo tem outra face, uma face um pouco mais perversa e, nas tuas costas, deturpa tudo o que te falou. É como se fosse o Freddy Krueger: você dorme, sonha e ele tem total poder sobre o seu sonho, nele ele te encoraja a seguir, te dá apoio, te dá os macetes e até concorda contigo... Mas, por outro lado, a face perversa no âmbito da realidade resolve distorcer tudo aquilo, e vai além, resolve contar que você anda em círculos, ela só não conta o principal que os círculos que tu andas, é o próprio que ele criou...

Sou um cara que fantasia demais, sonha demais, e já acreditou demais nas pessoas... Talvez as fantasias, os sonhos e as crenças fossem uma espécie de suporte a credibilidade que eu dava a algumas várias pessoas. Só acho que a palavra autenticidade meio que perde sentido nessas situações. Afinal, como eu posso ser legítimo para você, se nas suas costas, comentando sobre você, eu digo ser fantasia sua? É, há, de fato, um desacordo muito grande aí. Por quê? Medo? Eu li algo hoje, mesmo que tenha sido escrito na sacanagem, mas que me fez pensar: Amigo que é amigo diz que você é feio na CARA.

Eu não iria concordar com você para, depois, nas escondidas, dizer que vocês fantasiam... Ou eu concordo, ou eu discordo.


Abraço.

sábado, 3 de setembro de 2011

^^


À noite e o dia em aliança perfeita, sincronia eterna,
Da natureza o alento, o sustento que provém da terra,
Tudo nessa vida é passageiro, não nascemos 
para viver eternamente...
Os frutos que, além da polpa, doam ao vento e, este, transporta as sementes para o cultivo de hoje, porém, projeto de outra era.
Não somos donos do mundo, se parar para pensar um segundo, em sentimento profundo, podemos perceber... 
Estamos usando, abusando e matando aquilo que 
pertence aos que ainda irão nascer.
É preciso precaução sobre o que fazemos agora,
porque, do jeito que vai, talvez não haja 
amanhã um novo amanhecer...

Semear a semente, irrigar a terra, esperar que cresça,
floresça, e dê o sustento para que abasteça a nação...






Até algum dia, Tecnologia de Sementes. *-*  

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

N'right now you're on my trail...

Noite nublada, vazia, silenciosa... É uma típica noite de domingo. Fria como a solidão, 10ºC de uma noite com poucos ventos, mas com uma sensação térmica bem abaixo. Opa, mas parece e, na verdade, eu disse a duas linhas atrás a palavra solidão; é evidente que a utilizei como exemplo para dar sentido à noite, é foi sim, então, sem drama. (:
Acontecem algumas coisas e a gente não sabe como explicar e nem tento mais entender também, pra que bater cabeça, não é mesmo? É mais ou menos assim... Está fazendo um sol infernal, daí de repente o tempo vira e começa a nevar. 

Por Isabella. *-*
Essa neve, bem, essa neve é como se fosse uma companhia agradável, uma companhia essencial e, quem sabe, indispensável; e eu observo os grãos caindo e posso, mas não os devo pegar... E penso que devo, mas não os posso pegar. Mas, então esses grãos ganham vida e fazem, gradativamente, os meus dias melhores... Doce significância é uma pena que esses grãos só existam e,   ao meu alcance, descrevendo essas mal traçadas linhas.
Costumam dizer que quem é bom vai cedo, deve ser por isso que ainda estou por aqui. Hahahaha! 
Eu digo que quem faz bem está longe... O que é uma pena! Mas, afinal, faz bem por que está longe? Ou está longe por que faz bem? Fica no ar, porque eu nem sei a reposta.

sábado, 20 de agosto de 2011

When the lights go out...


Esses dias tenho me sentido um pouco cansado, acho que minha rotina – assim como já havia comentado em outro post – está bem mais acelerada do que o que meu corpo suporta; e o que é pior, eu simplesmente contribuo, ou não consigo fazer algo para mudar isso. Habituei-me a um ritmo do qual não consigo sair, já tentei, mas é complicado e sempre volto é tanto que procuro não dar muito ouvido quando me alertam sobre isso, mas não que isso indique querer estar certo, e sim porque sei que está errado e que o alerta é verdadeiro. Na verdade isso é meio questionado, quando não se dá à mínima é porque quero ser o certo e não dou atenção – quando que, na verdade, só quero paz – e se eu meto a boca, eu não aceito o que me dizem e só quero ser o certo... HAOIHEUUEIAHOIE. Não dou trela para tentar mortalizar o assunto e evitar mais fadigas.
Muitas coisas na vida da gente cansam sejam elas rotinas, desentendimentos, desencontros, caminhadas em círculos... Algumas coisas que chegam a afetar diretamente nas suas atitudes, te fazem mudar e, esse mudar pode ser a curto, médio ou longo prazo como aconteceu comigo, por exemplo.
No almoço de ontem eu conversava com um amigo e, tudo partiu de um simples gesto onde eu, como de costume, peguei minha bandeja e me dirigi a uma das mesas vazias, limitando-me a minha antisocialidade (relaxa eu sei que a palavra não existe), mas aí eu fui lavar as mãos e o vi, percebi também que ele tinha terminado de almoçar, mas, mesmo assim, peguei a minha bandeja e resolvi sentar à mesma que ele estava e falei que já iria me isolar em alguma mesa daí ele disse que eu tinha que ser mais sociável, mas com as pessoas certas e que às vezes eu me fechava demais e impedia as pessoas de se aproximarem de mim.
Isso é algo verídico e eu até tentei explicar que, hoje em dia, não procuro mais ser uma pessoa bacana com todo mundo, sabe como é? Estar ali, sorrir para todos – muito embora as caras no seu “rumo” não sejam nada amistosas – e procurar, dentro de uma possível e devida autenticidade ser gentil com todos; falei assim porque eu prefiro que seja bem escroto (a) comigo, se for para ser gentil de forma forçada. Seja escroto (a), porque se eu me sentir inconfortável eu não conseguirei ser gentil. Eu disse pra ele que hoje eu procuro, mesmo que ainda com bastante falha, valorizar àquela minoria e quase que extinta quantidade de pessoas que me valoriza, vamos dizer assim; não posso afirmar porque não sei ao certo, eu sei de mim, eu sei que eu valorizo as pessoas que gosto. Tenho falhas, mas valorizo... Os animais mudam, eles se adaptam de acordo com o ambiente... Animais de origem européia tendem a sofrer uma modificação genética, uma espécie de cruzamento com uma raça mais rústica para poder ser criado aqui no Brasil que possui clima tropical.


Costumo dizer que me adaptei ao ambiente que me foi imposto, mas preciso controlar essa adaptação porque eu ainda generalizo... Aí passa de defesa a negligência da minha parte.




Abraço.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Se não existe verdade, a sinceridade serve.Verdade...

Verdade... O que é verdade? Quem a tem? Como usá-la? Você sabe? Eu sei? NÓS sabemos? Não sei! Eu sei que ela absoluta é inexistente e isso fica até meio repetitivo nesse blog, visto que já citei isso tantas vezes aqui. Ora, mas se eu não tenho uma definição correta para essa palavra, se eu não a tenho e, tampouco sei como usá-la, por que citar então? Simples... Existem ocasiões e ocasiões, ambas onde se pode querer utilizar essa “arma”, mas verdades existem a minha, a sua, a do próximo, e assim por diante.
Mas aí existe uma questão, grave até! Existe a leviandade que está diretamente envolvida em quase todas as questões, ela é muito poderosa; mais poderosa que a sua frágil e tola verdade. Até porque, quando falada com jeitinho, ela soa como a mais bela e doce verdade. O QUÊ?
Faz uma comparação... Pega palavras duras, palavras espinhosas que vão perfurar o seu ego de tal forma que é capaz de te fazer odiar. Por outro lado, pega as leviandades aveludadas imagine-as cobertas de pétalas de rosas, suspiros e a fins, palavras que, de tanta eficiência, são capazes de te fazer sonhar... Compare as duas e verá que a verdade é bem mais frágil.
Só, amigos, que a verdade te destrói para depois – caso você aprenda a ver as coisas como elas realmente são – te fortalecer; a leviandade te deixa nas nuvens, mas quando o encanto farsante acaba te deixa um caco.
Sou grosso, sou pedra, sou espinho, sou tudo de ruim! Todos os adjetivos cabíveis a mim serão aceitos. Não possuo a verdade na ponta da língua ou dos dedos. Agora, se as palavras eu que digo ou que ouso escrever, se elas te tocam a ponto de te fazerem calar e se elas tocam o mais íntimo da tua consciência, ainda que primitiva, e te faça aceitar – podendo refutar caso não fizesse, na realidade, algum sentido – subentende-se, então, que existe ali uma VERDADE.

Existem dois meios e eles são inimigos.

1-     Você agrada a todos alternando entre a leviandade e sinceridade... Hora você fez as graças... Hora você, com sua leviandade, promove desgraças das pessoas...

2-     Você fere as pessoas e cria inimizades, por ser autêntico e falar o que acha e o que pensa – embora que o que pensa não seja certo – mas sempre dando uma opinião partindo do ponto situação, jamais do ponto talvez. Perde amizades importantes por isso, mas bem futuramente as faz enxergar – aquelas que têm esse dom – o que realmente tentou fazer. Aquelas que acham bonito estarem de olhos vendados, eu só lamento.


Estou indo, ok? Todas as minhas energias foram consumidas. Eu sinto dores de cabeça demais, acredito que agora elas possam me deixar em paz. Eu descobri que tenho os bracinhos curtos demais para querer abraçar o mundo.

Só nosso Senhor Jesus cristo para salvar a quem não luta pela própria salvação.


“... É impossível colher milho quando que, na verdade, só plantou feijão. [!]”

Só colhemos o que semeamos.


Ah, eu descobri outra coisa também... O problema, na verdade, Sou Eu!

domingo, 7 de agosto de 2011

Né?

O que fazer quando se está prestes a cair numa armadilha que já é conhecida por demais? Eu penso, eu repenso, eu paro, ando em círculos e findo voltando para um ponto inicial onde não há solução alguma. Um ponto que, além de não apresentar solução, apresenta uma constante e maciça ausência de direção, de quem sabe, perspectiva.
Porque é uma coisa tão repetitiva, que você acaba ficando calejado demais. É como assistir um filme cem vezes e, na vez cento e um, você sabe todas as falas, todos os fundos musicais, todos os erros, todos os gestos dos personagens, impressionante, mas você sabe inclusive tudo o que eles estão pesando, essa é a tal da sensação.
Pode parecer contraditório vir aqui e dizer que dei novo murro em ponta de faca que sabia o que iria acontecer, mas segui em frente; é normal e posso chegar a ler/ouvir: “Mas se já é tão calejado como diz ser, se já viu tantas e tantas vezes o filme, por que ainda deixa acontecer?” E eu respondo com uma pergunta: Você foi capaz de evitar as tantas coisas que já te aconteceram, mesmo você sabendo qual seria o final? Você foi capaz – mesmo quando tinha e perdeu – de recuperar o controle e sair ileso, sem nenhuma marca? Ou, comparando com algo totalmente nada a ver... Mas tanto Robben (Holanda), quanto Garrincha (Seleção Brasileira) ambos só existia uma jogada e o adversário já sabia para onde a bola iria, por que deixar passar? Pois é, aconteceu exatamente da mesma forma. Os meios são diferentes, mas as causas são as mesmas. Bom defender questionando, não é? Desde que se usem os questionamentos corretos, os questionamentos pertinentes à ocasião... A partir daí você pode ter ou não uma resposta equilibrada com a pergunta em questão.
Vale ressaltar que essas marcas não têm previsão imediata, elas podem ocorrer a curto ou longo prazo, é como uma doença viral em estado de latência em nosso corpo, quando menos se espera e a imunidade baixa, ela ganha força, prolifera e abração... Cada célula tocada pelos vírus são novos vírus que se formarão – Transcriptase reverse, Biologia Geral, lembram? É uma enzima que os seres sem reino possuem. Muito inteligente, por sinal, elas copiam a fita de DNA, passando as informações virais, modificam o genoma da célula hospedeira e dali forma um novo parente. É mais ou menos assim que se dá... A doença que eu relato nesse post, mas que não falarei o nome parece ter essa enzima, e os anticorpos da minha mente não consegue combater, talvez seja por isso que, mesmo depois de tantas vezes, ainda continuo caindo...



Um dia a gente levanta, uai. \o/


Abração.