terça-feira, 31 de maio de 2011

...

Tudo o que eu precisava agora era sair... Sabe, sair sem destino, sem direção certa, sem hora para voltar. Encontrar algum lugar tranquilo, onde eu pudesse meditar e por para fora todos os pensamentos que rondam minha mente e que, subitamente, a querem fazer explodir.
Queria sentir o vento soprando, mexendo com meus cabelos e levando tudo o que fosse de malevolente que possa estar infiltrado nos meus pensamentos. Queria deitar no capim e olhar para o céu nublado, sem estrelas que está lá fora, queria esquecer de tudo e, pelo menos por 1 segundo, ter paz.


 Nós não somos superiores a eles.Olha pra ele, livre, vivendo a vida... Eu os invejo. =/

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Nothing to say...

Quando a gente abraça uma causa, que a gente mergulha de cabeça e, consequentemente, de olhos fechados, não tem nem como dar sopa para o azar, Anh? A verdade é que quando nos responsabilizamos por certos compromissos assumimos com eles todos os riscos possíveis, impossíveis e providenciais. 
Eu não sou muito religioso, mas sou bastante crédulo e tenho meus pontos de vista em relação a isso. Na vida a gente precisa tomar algumas decisões e, às vezes, essas decisões não são assim tão satisfatórias... Mas é aquela coisa, eu não posso questionar decisão de ninguém. Acho que a humanidade lá, desde Adão e Eva, tem seu destino criado por Deus, mas, como não há uma intervenção no livre arbítrio, nós acabamos por desviar esse destino. Se for levar por esse lado faz bastante sentido. 
Eles comeram da fruta e Deus, que poderia ter impedido isso de acontecer, não impediu. Acredito que esse foi o primeiro ato de mudança na história do mundo, o que explica, quem sabe, famílias que criam seus filhos com amor, carinho, mimos – tudo o que querem – e eles acabam por trilhar caminhos tensos... Da mesma forma, não posso intervir nas decisões de ninguém o que posso fazer é torcer e desejar felicidades. É sim, desejar felicidades, por que não? Só por que é algo contrário a mim? Sorry, não sou assim tão mesquinho... Não posso intervir, mas também não posso garantir que ninguém faça as escolhas corretas, se a pessoa não souber quem dirá eu.





''Same questions we keep asking, won't hear the answers cause we're scared of what we'll find…  We try and compensate through, our troubled faith that should keep us safe and keep searching for a sign. Some searching to find, that life with a new piece of mind.''




Pode até parecer fraqueza, pois que seja fraqueza então, a alegria que me dá isso vai sem eu dizer... Se amanhã não for nada disso caberá só a mim esquecer, e eu com certeza vou sobreviver... O que eu ganho, o que eu perco ninguém precisa saber...











... Cuidado Pezinhos aonde pisam, são os pezinhos atrás de você que com certeza te seguirão... Cuidado lábios com o que fala, pois palavras e promessas vazias levam corações despedaçados a se desviar...
É lento o desaparecer quando você se entrega... Um lento desaparecer quando o preto e o branco viram cinza. Pensamentos invadem, e escolhas são feitas, um preço será pago...








Geralmente as músicas que eu mais gosto, quase que por unanimidade, sempre me querem dizer algo. Acima alguns exemplos...

Até o próximo.


domingo, 29 de maio de 2011

Impressões reais, impressões que não passam de impressões, e fatos concretos.

Eu já não me importo em ser chamado de egocêntrico, sabe? Não, eu não me importo mais porque sempre que me vem esse tipo de adjetivo, quase sempre é que há ocorrência do egocentrismo ali, naquele ato, por aquela pessoa a qual me aponta como egocêntrico... E na grande maioria das vezes, é uma forma de jogar para minha consciência certa responsabilidade por algo que eu tenha questionado. Na realidade entra em ebulição por minha causa isso eu admito afinal, alguém tem que chegar e chutar o pau da barraca, não? Caso contrário, ficará a mesma impressão de que tudo está correndo como o planejado... Só que meu sangue é quente e flui belezinha nas veias, ou seja, isso é indício de que, mais cedo ou mais tarde, alguma coisa vem atona.
Eu já falei uma vez no blog, acho se não, falei na real que não me importo muito com o que as pessoas pensam pelo menos não como um dia já me importei. Porque no fim das contas as pessoas que me conhecem realmente sabem como sou, sabem como penso e como gosto de fazer as coisas, como gosto de agir – independente de ser a forma correta ou não.
Já quem não me conhece, bem, quem não conhece que tenha lá a sua opinião deturpada – ou não – ao meu respeito. É normal, eu diria! A primeira impressão que passo é de uma antipatia só, já me disseram isso e, às vezes, eu mesmo, intuitivamente faço questão de passar essa impressão, é uma forma de analisar a pessoa também e, posso dizer que ultimamente tenho optado por ficar isolado... Parece que quanto mais eu conheço as pessoas que me rodeiam mais eu descubro que os meus fones de ouvidos são os meus verdadeiros amigos, e isso é uma realidade meio triste porque, ninguém deixa de confiar nas pessoas do nada, certo?
Tem aquelas pessoas que realmente aparentam ir com a minha cara, assim como tem aquelas a quem a proximidade é fruto do interesse por algo que eu possa favorecer, nesse relacionamento não existe reciprocidade, eu simplesmente tenho o valor daquilo que eu posso proporcionar e, esse tipo de situação, encontra-se mais próximo de mim, mais do que eu possa imaginar... Hahahaha!


Uma noite longa pra uma vida curta, mas já não importa basta poder te ajudar... E são tantas marcas que já fazem parte do que eu sou agora, mas ainda sei me virar... Eu to na lanterna dos afogados, eu to te esperando... ~




Né?




Abração.

domingo, 22 de maio de 2011

Distance exists, but we increased. (:

Qual a definição de distância para você? Lógico, além, é claro, de estar em um ponto qualquer do universo onde a visibilidade é nula. Existem ocasiões onde nós mesmos fazemos, aumentamos, diminuímos essa distância. Eu tenho um exemplo real: Meu pai e eu! Nós residimos na mesma casa, porém, somos distantes. Existe isso entre a gente. E aí? Dá para dizer que só acontece se eu estiver no Acre e você no Pólo Norte? Será que é possível estarmos a léguas de distância mesmo residindo, quem sabe, sob o mesmo teto? É, essa eu mandei para que reflita.
Eu não sei, mas creio que seja um mecanismo de defesa que tenho; sempre que percebo qualquer distanciamento meio que me resguardo. Sabe, a poeira se dissipa no vento e isso é verdade. Eu já disse uma vez, o vento é um veículo. Geleiras derretem, é, aquele gelo das calotas; o escolhi porque, talvez, eu me sinta frio para escrever esse post, mas falar nessas geleiras é só para enfatizar que, depois de quebrado, aquela parte que se desprende fica distante... Observem o desespero do pobre uso polar. Ç_Ç E o que é pior, ele se vê cada vez mais longe de onde estava antes da ruptura, triste, não? É eu também acho, entretanto, isso acontece com as pessoas também.
Quem quando criança nunca brincou com um dente de leão? É aquela flor que você pega, assopra, e ela se despetala toda. É um exemplo, também, pois uma parte da flor fica em nossas mãos, a outra parte – pétalas no caso – se vão com o vento... A diferença é que, infelizmente, essas pétalas não voltam... Semelhança com o dizer das palavras, não?



Bom, não tão diferente de alguns post's, esse é mais um que termina com um que' de “o que esse idiota tentou dizer?”...

Pensem! Cada um tem uma interpretação. (:

Está tudo aí, nesse post.

Abraço.


[Imagens:
http://n.i.uol.com.br/ultnot/album/101213retrospolho_f_023.jpg
http://2.bp.blogspot.com/_tXdftJQpN7M/S9m799uzrtI/AAAAAAAAAas/YkdHws0cIg8/s1600/ano_polar_confirma_degelo_no_artico_e_na_antartida.jpg]

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Bobagem, apenas. ^^

Durante toda a nossa vida repetimos sempre as coisas que as pessoas dizem, já prestaram atenção? Tudo o que falamos nosso conhecimento, os debates, até mesmo os “conselhos”, nada disso é oriundo do nosso intelecto, nada! Se eu estiver falando alguma bobagem podem descer a crítica, apesar de pouco receptivo, tenho uma plena convicção do que estou dizendo. Nesse mundo atual, poucas são as pessoas que possuem algo original, próprio (algo que criou), mas, ainda sim, tiveram base e auxílio de algumas invenções que existem aí nesses milhares de anos de planeta terra.
A teoria do evolucionismo que muitos defendem a unhas e carnes não é deles, nem sua, nem minha. A Filosofia, a História, a Matemática... Todos esses conhecimentos relacionados, não foram inventados por nós, nada disso. No fim somos apenas uma espécie de segunda-voz, nada mais. Temos o conhecimento, mas não passa de um legado dos verdadeiros criadores que, nesse momento, até os respectivos ossos deixaram de existir; mas eles vivem através da história, e vivem através de nós. Será que vamos permanecer vivos quando nos formos?

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Gira, gira sim.

Às vezes não precisa-se de um vendaval para desfolhar pomares, assim como não precisa-se de armas para derrubar um inimigo, não, realmente não precisa. Eu tenho visto/aprendido que é possível “derrubar” com palavras, com ações... A palavra guerra, de longe, exprime violência, sangue, morte, destruição... E, ao pé da letra, é mais ou menos isso o que ela representa.

Por falar em guerra lembrei muuito vagamente sobre a famosa “guerra-fria” ou guerra de nervos; Sabe, foi uma guerra sem armas: Capitalismo vs Socialismo, na ocasião era as duas maiores potências, ambas com “bala na agulha” mas almejavam o mesmo objetivo que era tornar-se nº 1, e ganhou o capitalismo tendo como patrono os Estados ‘Unidos’ da América ‘nossa’ potência máxima...

Enfim, entrei nesse assunto de guerra fria somente para exemplificar que, em todo caso, não necessariamente se vão utilizar armas para combater. Não tenho, mas acredito que a inteligência é um pouco mais eficaz... O que me pasma, na realidade, é que mesmo sabendo disso, preciso dar o famoso ‘murro’ em ponta de faca, sabe? Preciso meter os pés pelas mãos, começar errado, me dar mal e, enfim, tentar terminar certo. Mas, afinal, é difícil ou sou eu quem complica tudo?
Tenho a ligeira impressão de que, para mim, o filme sempre se repete. É como uma novela dos tempos jurássicos que, com novos personagens e nova roupagem, vem ao ar após uma série de anos de sua primeira apresentação. No meu caso, o filme muda em termos os roteiros, muda os personagens, mas o final tende a ser sempre ou quase sempre igual. (:

Interessante, não?

















Não encaro isso como uma guerra... Mas, entre mortos e feridos, eu sempre sobrevivo. Com ou sem sequelas, mas sobrevivo.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Yes or no?

Como encontrar a paz nos momentos de aflição? ‘There’s a peace inside us all’ Yes or no? Mas e aí? É possível que você num momento de muita confusão, muita euforia ocasionada por situações adversas você tenha, mesmo que por um segundo, um momento de paz? Mesmo em meio aquele auê todo? Não falo em pensar racionalmente porque, entendo que é complicado, quando estamos com os nervos à flor da pele falamos coisas sem pensar, sem querer, sem sentir... Isso sempre acontece, embora eu diga aqui e pessoalmente “penso várias vezes, em várias formas diferentes para dizer algo para não magoar sem deixar de ser autêntico e sincero” ainda sim sou humano e, portanto, falho.

- Embora os nomes mudem no fundo nós somos todos iguais, porque, não podemos derrubar essas paredes e mostrar as cicatrizes que estamos cobrindo...

- Quando as sombras pintam a cena onde os refletores costumam cair, me fazem pensar: Isso tudo vale apena?                                 
                                                                               ¯¯¯¯¯¯ Inside Us All - Mark Tremonti; Scott Stapp


Mas a pedra foi incansável – embora saibamos que ela se manteve em seu lugar – superou adversidades e, com o passar do tempo, concluiu o seu pequeno ciclo assim como uma ‘rocha qualquer’, entrando em estado de intemperização.
Mas é possível notar que, embora seja uma pedra, e mesmo com as marcas do tempo, ao seu redor pode voltar a ‘reinar’ o verde e uma nova rosa, por que não?

Eu busco encontrar a paz... E você?

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Por que elas simplesmente não... Mudam...

Nesse blog eu já falei de alegrias, já falei de tristezas, já falei de saudade, desânimo, cansaço, machismo, ciúmes, enfim, falei de n’s assuntos... Mas sempre vou mudando, ou melhor, tentando mudar o teor dos textos, como disse o meu primo uma vez, estou alternando, não exatamente no sentido em que ele disse essa alternância, mas no quesito ‘tema’.
Na natureza as coisas ‘passam’, sabe? As estações, por exemplo, elas passam. Verão, inverno, primavera e outono – não nessa sequência – As árvores, coincidentemente, em algumas épocas produzem mais que em outras; tem época que sequer dão frutos, embora que seja sua época de colheita.  Com os humanos deveria ser igual, ou, quem sabe, similar.
Certa vez comentaram aqui mesmo, no meu blog, não me recordo quem e nem em qual post, que a gente não controla os nossos pensamentos – mencionei isso em um post, também – ta, isso é fato e daí? As lembranças bem que deveriam sumir... “Ah, mas elas fazem parte da nossa vida” exclusivamente? “Mas elas existe porque você as mantém vivas” E quem pode dizer para mim bem assim “Eu não me recordo”? Mas de uma forma verdadeira, não de uma forma orgulhosa... Alguém que realmente tenha conseguido esse feito... Se for verdadeiro, pode atirar a pedra numa boa, eu nem vou esquivar. o/


Mas então... Está fazendo um friozinho. ^~/ 15ºC... Hoje/quando escrevi esse textinho, era 1 de Maio...