terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Quem fala pouco saca tudo... Eu preciso aprender isso. ;)

Já vi por diversas vezes e hoje até ouvi expressões como Se definir é se limitar não acredito que isso aconteça, muito pelo contrário, acho que as pessoas acabam se excedendo na definição e, por vezes, incluindo coisas que só existem em sua autodefinição... O que é até comum visto que as pessoas se vêem de uma forma, o que não significa que elas sejam, pois podem, claramente, agir de um modo totalmente diferente do que pensa ser.
Isso não é uma crítica nada tenho contra que faça suas definições. Até porque eu mesmo faço as minhas tudo bem que gosto de evidenciar só o lado ruim... Já escrevi sobre coisas boas, mas os meus atos me provaram que eu sou bem hipócrita o que você faz de bom é pouco perceptível e o que você é e faz de ruim é mais notório, evidente, estampado por isso eu decidi falar sobre meus defeitos mais influentes, ocorrentes e marcantes acho que o outro lado as pessoas uma hora desses enxergam.
Então, eu vejo e acho que isso é bem complicado tipo, dar uma definição sobre si porque, na real, o que vai dizer quem é quem são as atitudes, né? De repente eu pinto um diabo de mim, mas minhas atitudes podem provar o contrário e aí? Cada pessoa tira uma conclusão diferente ao nosso respeito. Digamos nós que somos santos ou demônios. Não encaro esse tipo de coisa como algo decisivo na minha vida, digo que não me importo com o que os outros pensam porque independente do que me pintarem vou continuar vivendo... Mas o que eu penso ser precisa estar em harmonia com o que ando praticando e com como pratico...


Abraço.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Forte?

Porque quando estou fraco então sou forte ¯¯¯¯¯¯ (2 Coríntios 12:10). 
Você nunca sabe a força que tem. Até que a sua única alternativa é ser forte. ¯¯¯¯¯¯ (Johnny Depp) Não sou adepto a essa prática, mas em minhas conversas pessoalmente e, mesmo aqui no blog, já mencionei até exaltei várias vezes a minha força e isso é algo do que me orgulho bastante. Não é nada que se diga nossa que brilhante! Mas eu já tentei estimular tantas pessoas a ter força, sabe, já procurei fazer quem se sentia um nada entender que é um muito, ainda que os muitos ao seu redor não enxerguem isso o que é absolutamente normal... Eu tenho tendência a esse tipo de dedicação posso chamar assim, pois faz total sentido, muito embora o reflexo do espelho não seja o mesmo.
Ser forte, no meu entendimento (ou seria melhor dizer nas minhas experiências?) não é permanecer sempre de pé. O forte para mim não é aquele inabalável, não, esse não é forte, esse é fraco. Por que eu digo que é fraco? Se eu estou louco? Não, estou louco não. E digo que é fraco porque esse alguém cai só uma vez. Para bom entendedor meias palavras bastam e eu uso desse artifício em meus post’s desde o princípio.
O forte é aquele que cai sucessivas vezes, mas que tem a capacidade de se reerguer e continuar o seu caminho. Aquele que recebe os impactos e, por vezes, chega a beirar o perecer, porém mantém-se sempre em uma direção, é não titubear diante de uma decisão, ou pensar não só uma, mas n’s vezes porque o arrependimento de nada vale.


Os fortes para mim são os fracos para muitos... Eu sou fraco, mas exalto a minha força... De repente existem fortes que curaram suas fraquezas comigo, vai saber? Não é?



Fica no ar...


Ótimo domingo.

sábado, 28 de janeiro de 2012

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Pra que?

Pra que mentir fingir que perdoou? Tentar ficar amigos sem rancor...? Afinal, esse trechinho da música faz ou não faz sentido? O que vocês acham? Ta, mas e quanto a expressão: amizade é como uma folha de papel, uma vez amassada, ela nunca mais volta a ficar lisinha. Isso faz sentido? Se sim, bem, vamos rever os conceitos que descredencia o trecho da música que se passa nas... duas primeiras linhas? Creio que sim. Se não, bom, temos que saber os porquês.
É complicado falar sobre isso porque mexem com muitas pessoas, muitos não admitem esse tipo de fato... De repente é muito fácil apontar o dedo na cara do outro cobrando admissão, mas e aí? Do outro lado, será que acontece? Eu sou um que dificilmente admito as coisas e, por incrível que pareça, já estou aprendendo a fazer isso apenas não gosto muito de falar nesse tipo de mudança. Acho mais correto que as pessoas percebam quando, tipo, em determinadas situações, eu apresento certa atitude “atípica” daquilo que seriam minhas atitudes normais. Quero ser diferente por causa disso? Não, mas é aquela coisa eu não preciso ser igual também, chapa!
Vamos dizer que, na realidade sincerinha, é impossível que tudo seja esquecido, deixado pra lá, perdoado e/ou resolvido sem ficar uma mágoa, uma chateação, seria meio hipócrita dizer que não. Lógico que isso com o tempo vão se dissipando e, finalmente, pode-se se dizer que passou, mas fica sim, sempre fica...

Pra que usar de tanta educação pra destilar terceiras intenções?



(...)


Bom fim de semana.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Reflexo?

Chega um momento onde você simplesmente resolve parar, é parar, e só observar o giro do mundo ao seu redor. E tudo gira tão rápido ao mesmo tempo em que a lentidão do giro te faz lembrar-se de coisas que, há muito tempo, já deveriam ter sido apagadas de suas memórias. Mas, peraí, memórias remete a quê? Deixa prá lá, né? Em time que está ganhando não se mexe, já dizia o treinador.
De repente eu senti a necessidade de escrever e, por coincidência, me vejo fazendo mais um dos meus post’s sem lógica, sem sentido e embolado de informações – sou chato mesmo, sempre que me for conveniente citarei isso nos post’s – complicado de se entender. Hahaha!
Alguém aí já se pegou assim? No centro da espiral só observando o giro de tudo ao seu redor? Se sim, o que viu? Se não, fica tranqüilo, esse momento ainda vai chegar. Esse momento chega várias vezes em nossas vidas, não é só uma.
O tempo, como diz a canção, é um grande professor e com o passar dele e de quando e como as coisas vão acontecendo a gente vai ficando mais esperto, vai aprendendo mais a não se surpreender e acaba ficando com o faro um pouco mais apurado, ficando mais esperto para as arapucas da vida... Isso é primordial para o bem e para o mal, pois você começa a fazer vista grossas para algumas coisas. Acontece que, de acordo com como acontece os fatos, você traça uma linha e por ela se baseia e ela, muito normalmente, acaba generalizando te fazendo deixar escapar algumas coisas.
Já disse, ouvi e li bastante a seguinte frase: “faça o que o teu coração manda” – Hoje já não dou esses conselhos aos quais chamo de suicida. Ser racional, às vezes, vale mais do que emocional; você sofre e supera... Hoje eu meio que puxo o freio de mão... Posso dizer que tento me precaver até demais, até quando não devo... Reflexo?

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Ler? Eu escrevo para viajar...

Gostar de ler é, nos dias de hoje, algo essencial para o caminho ao sucesso, ou para o fracasso. Não podemos desprezar as possibilidades... Mas, como dizem os provérbios populares e as pesquisas científicas, quem ler viaja. Parabéns! Não vale muito, na verdade não vale nada, mas têm a minha admiração.
Eu admiro porque simplesmente tenho preguiça de ler. Não consigo ficar com a cara nos livros mais que 30 minutos, isso é algo bem sério, mas não me envergonho em admitir - Não curtir muito – a prática da leitura. Isso, dentre outros aspectos me chamam atenção e me fazem admirar algumas pessoas.
Existem pessoas inteligentes, verdadeiros prodígios, pessoas com extrema capacidade intelectual algo assim mesmo sobrecomum, sim existem pessoas assim. Existem aquelas pessoas inteligentes e esforçadas... Essas, no caso, apesar de serem inteligentes não têm a mesma facilidade com que os ECI’s da vida desfrutam precisam suar um pouco e, por fim, existem as pessoas esforçadas e eu conheci todos os estereótipos e posso dizer que, mais do que os IVP’s, os esforçados me chamaram atenção... Na verdade os autodidatas me causam certo desconforto porque eles não precisam sequer estudar as matérias, não se ligam muito nas explicações e sempre mandam bem nas notas...
Os esforçados também se dão bem, mas eles os fazem pelo merecimento... Não me classifico em nenhuma das classes citadas, ler não é algo que me atrai a não ser que seja algo do meu interesse e, dependendo do tamanho, a gente pensa...
Mas enquanto quem ler viaja, eu escrevo e consigo viajar... O contrário dessa realidade é que “me quebra barreiras”... Escrevo de uma forma solta, livre, debochada, ERRADA, longe dos portões gramaticais e peco bastante em concordâncias e significâncias pontuais, o que poderiam tornar meus textos mais concisos, mas e aí? Eu sinto e escrevo... Se forem analisar todos os meus textos, mais erros do que acertos... Eu me importo e não me importo. Na verdade eu só quero arejar a mente e, quando escrevo, os problemas parecem desaparecer e eu saio um pouco da realidade com idéias e colocações malucas, aparentemente sem sentido nenhum aos olhos de quem lê – como já me criticaram uma vez – não é somente ler, mas escrever bem tem uma importância muito significativa... Mas, aqui, aqui eu faço de conta que é um cantinho longe de toda essa prisão de normas, formas... Faço do meu blog uma civilização livre e, escrevendo, consigo viajar... Não é atoa que o tamanho do texto ficou absurdo. Hahaha.


Abraço.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Né?

O nosso estado de espírito reflete diretamente em nossas ações, ou, talvez, teria que interferir nelas. Normalmente é bem assim que acontece se você está perturbado (a) com alguma coisa e, não a expõe, ou não se abre com ninguém, acaba tendo atitudes ríspidas que refletem esse “momento” turbulento que você atravessa.
Não tenho nenhum tipo de “antídoto” para isso, algo que sirva tanto de solução como “palavras de conforto”, mas uma coisa é certa: as pessoas ao nosso redor não são culpadas. Eu, vocês, nós todos sabemos disso. Já notei, por experiência própria, que nesses momentos existem algumas más interpretações e isso funciona de ambos os lados, tanto para emissor quanto para o receptor, não interpretamos bem as coisas e, muitas vezes, somos mal interpretados...
Não sei explicar se tem a ver com fraquência de acontecimentos, não sei dizer que tipo de influência chega e deixa o nosso clima individual carregado... Memórias, talvez elas tenham algo a ver, mas, e aí? E quando você não tem “lembrado” ou pensado em nada que possa de alguma forma carregar a tua harmonia individual? A que se deve esse tipo de “espírito negro”? Hahahaha! Tipo, não encontrei uma definição melhor... Não estou num momento soberanamente paz, não estou em estado de perturbação, mas sinto que alguma coisa não anda bem eu apenas não consegui entender o porquê.

De repente eu até tenha me afastado um pouco dos meus poucos aproximáveis para, quem sabe, protegê-los de mim mesmo...


É, abraço...

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

É possível prever atitudes?

E aí? Já fez algo que vai contra os seus padrões e perfis? Ah, não entendeu? Eu quis dizer sobre fazer algo que tua essência conflita. Fazer algo que não combina com o teu jeito de ser e de estar. Vejam bem, não estou falando em agir contra vontade, mas, sim, em agir como jamais agiria uma atitude que de maneira alguma seria sua, que foge de todos os seus padrões e perfis. Coisas que somente quem te conhece e analisa poderia dizer ao teu respeito.
E pode aparecer alguém e dizer: “ei, pera lá, ele não estava nos sentidos e agil de forma errada. Aquela pessoa não era a que conhecemos.” Sim! Eu sei que isso é possível, mas esse tipo de coisa também está dentro do pacote seu de possibilidades de ações e reações, são coisas que talvez você não conheça de si, mas que seja – através de algumas atitudes normais – esperado por alguém que te conheça muito bem, então esse tipo de embasamento não cola muito. Também estou desprezando a questão do cidadão (ã) estar com o corpo “tomado” por forças sobrenaturais, não querendo mexer com o credo de ninguém – até porque sou muito crédulo – mas esse tipo de situação também é desinteressante às perguntas iniciais...
Então, se você jamais imaginou algo do tipo, tenta imaginar você sendo acusado (a) de algo que não fez, ou que não faria, ou, ainda, algo que é totalmente contramão ao teu comportamento mais que esclarecido...


É bom?


Pois é, eu não gostei e nem sorri diante disso.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O espelho nem sempre reflete aquilo que queremos ver. Use-o, eu aconselho!

Às vezes eu leio certas frases que, curiosamente, são proferidas, repassadas, utilizadas como base – por não ser de autoria própria – por algumas pessoas e isso, seja no MSN, seja no facebook, seja no quase extinto Orkut... Seja pessoalmente... Fazem-me questionar. Não as frases porque elas, em si, fazem sim todo o sentido, mas o intuito com que, e por quem são veiculadas, não!
Olha eu tenho sido bem radical nos meus ciclos “afetivos” se é que assim pode-se dizer. Não sou o tipo gente fina de pessoa, também não sou o tipo amor de pessoa... Também não sou sem sal e sem açúcar, gosto, me preocupo, tento ajudar, compreender... Ao mesmo tempo em que sou bem pé no saco mesmo. Hahahaha! De repente as pessoas não agüentam, mas, enfim, fica chato quando alguém simplesmente se afasta de você e, depois, merecidamente, espera que seja procurada. “Se não vieram atrás de sua amizade, é porque ela não é importante.” ¯¯ Fulano de tal dos anzóis pereira.
Pára cara, na boa! A frase tem sim o sentido, mas tu precisa ver a circunstância que você está a utilizá-la, pára porque tu não tens razão, o sentido da frase está para você, mas o favor é oposto. Humildade tem que ter humildade e admitir que, se você foi para longe e não se deu conta disso, não teve a tal humildade de admitir isso, tentou consertar as coisas da forma mais nojenta possível, não tem moral física, química e nem psicológica.
Sou mais que idiota, mas não chego a ser um imbecil completo e, normalmente, quem mais fala, julga e joga a responsabilidade para os outros é, na verdade, quem menos pode fazer isso...
 
Hoje eu li algo sobre amizade, um indireta infantil de uma pessoa que, a partir do momento que pareceu ter se encontrado no mundo, passou a agir como um ser covarde utilizando de indiretas em massa.
 
 
Se chegar a ler esse post e tiver coragem, estou todos os dias no MSN já que pessoalmente é meio ilógico dadas as circunstâncias e distâncias de nossas cidades.
 
É tudo muito mais fácil quando atribuímos nossas responsabilidades aos outros.
 
 
Não, hoje não tem abraço!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

E nessas horas, ajuda conversar ou tentar cicatrizar calado resolve com mais eficiêcia?

O que houve? – Nada!
Mas está triste. – Não, não estou. Apenas quero ficar quieto, é possível? 
Tudo bem, desculpa!
Mas, e aí, o que aconteceu? Brigou de novo? – Me deixa!
Se for por causa dela... Lamento sua dor, só acho que se fechar não é a melhor solução. – Obrigado, posso ficar em paz agora?
Sim! Pode! Mas ainda acho que deveria se abrir, por para fora o que te machuca, retirar esse peso para que pudesse relaxar. – Eu agradeço a sua preocupação, agradeço os seus conselhos, mas não vai adiantar muita coisa conversar. Não vai resolver.
Vai aliviar sua dor. – Minha dor somente uma pessoa poderia aliviar, entretanto, se transformou na minha dor.

Ok vou te deixar sossegado! Vou te deixar em paz na certeza de que, se quisesse conversar ou invés de acumular toda essa dor no peito, poderia descansar e acordaria bem melhor. – Certo.


----------------------- A porta se fecha ---------------------

Há momentos onde queremos apenas um pouco de paz. Momentos que, quanto mais somos indagados sobre certos assuntos, mais nossa dor aumenta e mais mal-humorados ficamos, mais grossas serão as respostas.
Ninguém é culpado, todos são culpados e, na verdade, somente você é culpado.
Quem já esteve dos dois lados consegue entender perfeitamente o que se passa. O silêncio, a calmaria, o isolamento, nesses casos é uma forma de tentar encontrar a famosa “paz” consigo mesmo... Por outro lado, conversar e expor toda a problemática, sair, respirar, interagir, sorrir, ajuda, pois distrai e abstrai os pensamentos.
Mas quem sente a dor da perda ou a dor do “deixar de ter”, não pensa necessariamente naquele momento, em conversar. A primeira iniciativa que temos e a primeira tendência é o isolamento... Mas todos têm capacidade de superar e se recompor, apenas leva algum tempo.
Na verdade a vida é um grande telão que tem funções próprias e estão, há todos os instantes, jogando flash, cenas e entre - cenas de vários capítulos dos quais já passamos, ou similares a eles... Não julgo a vida como vilã, acho que nossa memória, bem como o nosso coração, é mais responsável por diversas situações...


Abraço.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

New year, old texts. ;)

Eita Janeiro de 2012 e, segundo os mais religiosos e estudiosos da palavra – ou alguns deles – o mundo jamais passou dos anos 2000. Como se pode ver nesta era ele já ultrapassou os seus 12 anos hahahaha! Mas aí, quem sou eu para questionar a idade do mundo, não é? Se bem que, até a minha existência ou possível normalidade dela eu já questionei, não acho que seja assim tão absurdo... Falo sobre o que eu quiser e, obviamente, respondo por aquilo que falar.
Meu blog é o meu lugarzinho, meu confessionário, ou depósito de tudo aquilo que sinto ou que preciso dividir com alguém... Pode ser um meio errado de fazer isso, visto que isso aqui é uma rede e várias pessoas têm acesso, mas, tipo, de repente é mais confiável fazer isso aqui do que conversando diretamente com pessoas. Abri isso num momento meio conturbado, precisava sair escrevendo igual um retardado visto que já sou um velho precoce, então tinha que expurgar algumas coisas e o cantinho me sugeriu essa deixa.
O nome já me é bem sugestivo, mas se formos olhar para todo o nome “um bate-papo comigo mesmo” é, de fato, um bate-papo comigo mesmo; mas, você aí é você... Não se iluda você sabe exatamente do que falo, e também interage comigo nessas mal digitadas linhas... E eu não deixo o espaço fechado não sou egoísta, é aberto para todos – o que não faço e publicidade – mesmo porque eu não teria como impedir. Eu estou bem, viu? Com um pouquinho de dor de cabeça, agora, mas estou bem. Obrigado! Estou ouvindo o Zakk Wylde destruir em In This River.


Abração.