terça-feira, 30 de setembro de 2014

... Em livros de história, seremos a memória dos dias que virão, se é que eles virão. E veio, 27/09

27/09 um dia muito especial. Um dia que esperei desde quando surgiram os rumores em meados de Julho. Foi, sem dúvida, a realização de um sonho dentre tantos grandes sonhos que ainda espero realizar. Esperei muito por este momento e confesso que tenho muito a agradecer ao papai do céu, pois eu tenho plena convicção de que momentos como estes se tornam possíveis com perseverança, fé e um pouquinho de sorte... Devo admitir. Hahahaha!

Tive o privilégio de assistir ao show do artista e escritor Humberto Gessinger, vocalista da banda Engenheiros do Hawaii, a quem tenho grande admiração. Tive, também, com uma grande pitada de sorte e uma sacada de mestre, a chance de tirar uma fotografia com ele. Hahahaha. Tremi igual vara verde, mas o importante é que tenho registrado: conheci o mestre de perto e consegui registrar, em dois encartes de cd (Longe demais das capitais e O papa é pop), o seu autógrafo. Um com dedicatória (havia prometido, mas ele autografou por engano no encarte errado) ou sem dedicatória, pois o apressado e atrasadaço Humberto precisava seguir ao Palco (demoro 1h30min depois disso). Hahaha. Mas tá valendo tudo.
Não consigo descrever sem pressa e com a precisão das palavras, terei apenas que dizer: Foi inesquecível!

Canções maravilhosas, energia e desempenho incrível, valeu super a pena cada gota de chuva desde as 23:00, seguindo por toda madrugada (show começou às 02:00)...

Aprendi uma coisa... Não tenha vergonha e nem medo de aproveitar a chance quando ela aparece, pois as oportunidades costumam ser únicas e então você deve agarrá-las com as duas mãos...

Escrevi um monte e não disse absolutamente nada, mas é como eu devo ter colocado em alguma parte desse monte de palavras soltas em frases: O que falar? Nada. Nada do que eu disser irá descrever...

domingo, 14 de setembro de 2014

... Saudades de um jeito meu.

Hoje eu acordei com uma saudade danada. Na minha cabeça tudo funcionava como uma tela de cinema em que iam se passando flash’s de coisas que, não posso dizer que vivi diretamente, mas não posso deixar de situar isto em algum lugar do espaço desorganizado que é o meu coração.
É incrível como o clarão de fundo da tela dava lugar ao teu rosto, teu sorriso e quanto mais eu fazia o que estava fazendo a cada parada, a cada olhar para o horizonte, você chegava cada vez mais real. Parecia até uma espécie de materialização, mas eu sabia que era apenas saudade.
Por falar em coração... Eu realmente não sei o porquê de usá-lo como referência. De repente ele é aquele alguém (que não é ninguém senão parte de mim) em quem não se deve confiar. Hahahaha!
Tentei fazer algo no meu estilo original, no entanto é impossível usar entrelinhas porque o contexto em si já me expõe o máximo que desejar. Não sou bom no que faço, mas sou péssimo quando o assunto é ser direto. O problema é que acabo me perdendo nas minhas próprias entrelinhas definitivamente a minha cabeça é uma confusão quando me pego penando em algumas coisas...

Enfim, hoje tirei o dia para lembrar de você... Uma doce lembrança, mas, do fundo do meu coração, eu desejaria não mais tê-la pelo simples fato de ser, também, para sempre uma doce saudade.

Blé 1 – Uma coisa bem peculiar nos meus textos... Esse ponto que quase sempre é continuando...

Cuide-se.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Labirinto.

Não perco o meu sono tampouco tenho preocupação em relação ao que as pessoas comentam a meu respeito. Não perco meu tempo tentando derrubar ninguém, pelo contrário acho que esse mundo é enorme e tem espaço para todos o que falta é competência no âmbito honesto da coisa. No fim das contas as pessoas acabam se queimando sozinhas é quase que como uma ciência exata.
Existem pessoas cercadas de mal’s entendidos, que falam aquilo que não devem e afirmam que você entendeu aquilo que não quiseram dizer. A verdade é que quando se resolve assumir uma condição diferente daquilo que se é na realidade, é preciso manter esta condição dia após dias e muitas pessoas acabam não segurando a onda.
A verdade, amigos, é que viver para agradar pessoas e outras práticas muito utilizadas para surtir uma aproximação são complicadas. Uma hora a casa acaba caindo e o que é lindo e maravilhoso de repente começa a azedar porque dificilmente você consegue manter-se naquilo que não é de verdade, por isso não perco meu tempo com essas picuinhas pequenas, tenho tantas coisas realmente importantes a pensar, tenho tantas pessoas interessantes com quem e de quem falar...
Costumo fugir de perguntas tendenciosas, exatamente porque não curto tocar nesses assuntos, não dou a mínima se, tipo, for contada a forma que as outras partes preferirem que lhes coubessem contar. Eu simplesmente respondo expondo a minha forma de agir e o que me faz ter essa reação de rejeição, até mesmo para não ser julgado de tentar por pessoas contra as outras. Não vale, mas eu acabo tendo pena dessas pessoas assim...

Abraço.