quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Sigamos...



Oi? Haha!
Bom eu já estava indo dormir, já havia me despedido de algumas pessoas e mandado o meu emblemático “cuidem-se” a nível mundial no face. Sim, mundial porque está no modo “público”, então faraó (até ele), em seu sarcófago ao acessar o seu moderno tablete, poderá visualizar o meu atencioso e diferente boa noite.
Tenho postado pouco e a impressão é de que a fonte secou, de que o blog morreu e este que vos escreve perdeu aquele gás, travestido de necessidade, de escrever. Na verdade é mais uma impressão do que uma realidade! Chove inspiração e eu tenho produzido vários textos, muito mais do que o que tenho postado e com uma frequência que dispensa fatores em seu conjunto de dados. Se é média, moda ou mediana... Xiiii nem quero fazer parte desta encrenca até porque é bem provável que seja NDA!HAHA!
É em respeito a todos que visualizam meu blog que resolvi fazer este pequenino esclarecimento. Agradeço a atenção em disponibilizar um pouquinho do seu tempo e/ou perda do mesmo, pois saber que alguém tem conhecimento do teu “trabalho”? é realmente gratificante. Não faço isso como algo empregatício, procuro deixar rolar nas ondinhas da arte-oficio, se hoje a maré não está para peixe ou se o mar me reservou o privilégio de pescar um peixe bem grande, bem mais do que aquilo que mereço, eu postarei no blog e sei que terei a fidelidade de todos vocês.

Não os conheço, e alguns eu conheço e não conheço. Nossa! Que coisa maluca... Perdoem-me! 23:16 (sim, Acre, Brasil em horário de verão, Acre -3 horas em relação à Brasília. (: ), eu acordei muito cedo, tive um dia mega cheio, prova e o escambau... Enfim, eu gostaria de dizer que não vou deixar o barco afundar e, embora a maré esteja esgotando as minhas forças... enquanto eu estiver vendo aquela fresta de luz tentarei segurar firme ainda que meus braços, por fraqueza, se rompam...

Abração...

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

00:41 am, peito aberto ou talvez desabafo.

Acho que quando a gente se preocupa demais com os arredores acabamos por criar aquela sensação de proteção. Eu costumo dizer que sempre tenho adotado alguém em minha vida e, sempre, quase fatalmente, venho apostando tudo nesta adoção. O Gessinger disse em uma postagem que quando você se preocupa com alguém, quando você dedica o seu tempo a este alguém... rs.. que isto é o ponto mais alto, porém mais doloroso do amor, pois você não escolhe com quem se preocupar. Tsc O alemo-italiano, mais uma vez, tinha razão!
É incrível como ainda arranjo paciência pra esse tipo de coisa, cara. Sério, como alguém em sua sã consciência faria tal desperdício de tempo e atenção? Nem mesmo os mais otimistas empresários americanos embarcam de cabeça em um possível negócio em processo embrionário. Lá estou eu, sempre na contramão da história, provando a qualquer um que os riscos de sucessos ou fracassos fazem parte de todo esse cenário de investimentos. Preciso parar com esta mania de adoções eu não tenho mais idade para operações frustradas.
A sensação de não estar nem aí quando se contrasta com um quadro completamente diferente, num passado não tão distante, mostra que as coisas começam a perder sentido. Ora, você não vai ficar regando uma planta que está completamente sem vida, não faz sentido! Perde-se o sentido, perde também a razão e aí é o momento de sair. De repente aquilo que era motivo de orgulho começa a se mostrar decepção, e quando isto acontece a coisa não fica bem. Não cabe permanência da irritação, não vale a pena isso, cara. É loucura, simplesmente. Hahahaha!
Disse um amigo mais cedo: Quando algumas coisas que faziam muito sentido passam a não fazer mais, isso não é crise existencial. É sim, uma vida que traz maturidade e aprendizado além de deixar pra trás verdades falhas e conceitos mentirosos sobre como devemos levar a vida.

Meu comentário acerca do exposto: Quando essas coisas pedem o sentido, então, meu amigo, é a hora de deixa-las para trás... E então eu lavo as mãos...

Sem abraços.