terça-feira, 29 de dezembro de 2015

but the five year

Retrospectiva rápida do passar dos anos ou das voltas que a terra deu ao redor do sol contabilizando, então, a sua 5ª vez. Uma verdade é que tenho saído um pouco da característica adotada ao longo destes 5 anos, que aliás motivou a criação deste espaço. Uma confissão é que sinto falta pra caramba, mas que também sou tomado por uma onda negativa de preguiça que acaba impedindo que eu abra a página eletrônica e deposite, em forma de palavras tortas, tudo o que preciso.
Um sonho? Realizar pelo menos 10% dos sonhos que tenho em mente. Uma ambição? Não tenho ambições... serve felicidade e paz? Estas duas palavras parecem poucas e pequenas, mas são gigantescas em suas respectivas essências e abrangem muita coisa, pode-se então dizer que abreviei alguns pontos citando apenas duas palavritas. Voltando aos 5 anos de blog... Aqui compartilhei opiniões, desabafos, alegrias, tristezas e sofrimentos, puts que porre... Agradeço aos que fielmente tiveram esta paciência e prestigiaram a tudo isto.
Queria escrever muito mais, mas julgo desnecessário e olhando os parágrafos acima posso perceber que ficaram grandes demais e acho que vocês não merecem este castigo.

Obrigado por nos acompanhar aí estes 5 anos... Como já falado anteriormente, a presença de vocês é infinitamente mais importante do que os assuntos aqui tratados. Thanks!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Natal.

Luzes iluminando janelas, estruturas e árvores, canções falando de paz, de boas novas, de amor, canções de natal. Ritos que existem bem antes destes meus 28 anos de existência, ritos que ocorrem nos momentos finais destes 365/6 dias... Irônico, não? Como aquelas pessoas que pecam a semana inteira e, aos fins de semana, vão às igrejas para purificar a alma e realizar a obra do pai. Irônico, não?
Mas voltemos a falar desta data tão especial, data esta que simboliza o nascimento do menino Jesus aquele cordeiro que viera unicamente para tirar os pecados do mundo e, apesar dos pesares, sofreu em piedade a nós.
Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade...


Boas festas e... Feliz Natal?

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Momentos em que o fim significa felicidade.

O tempo passa rápido, voando, livre, leve, solto. Para mim ele se divide em dois: um tempo projetor, que comanda e controla tudo o que eu faço que norteie os meus passos, e aquele que segue infinitamente. É estranho porque este que me monitora em todas as ações parece não sair do lugar, enquanto eu preciso lutar com eles e ele mesmo, pois ambos são um só.
Como se fosse uma longa estrada de sabão ali estivesse eu, brigando, lutando, tentando sair do lugar e de repente me dou conta de que aquilo se transformara em um pântano de areia movediça.  O certo é que tanto tempo batendo em ponta de faca de uma espera eterna que acabou resumindo-se em 6 meses. É isso aí, seis meses é o tempo adicional ao qual preciso esperar para poder dizer: venci!
Ao logo desse tempo, como já mencionei outrora, eu tive de abdicar de muitas coisas, tive que abrir mão de muitas coisas que queria e quis muito, mas hoje eu estou sentindo cada vez mais próximo o meu momento. Egoísmo? Não! Mesmo quando pareço pensar em mim, estou pensando nos alguéns que nem tenho ainda, mas que dependerão, em partes, quando os tiver ao meu redor.
Mas tudo o que parecia impossível e inconquistável agora, finalmente, começa a sinalizar à vitória. Ontem eu ainda aguardava duas notas, quando realizei aquela que seria a minha última matrícula como acadêmico em Engenharia Agronômica. Referia-me ao ato como “queira Deus que seja a minha última matrícula”, mas como a amanhã a Deus pertence, ele deve ter considerado que sou merecedor. E agora, sim, efetivamente foi a minha última matrícula, não por morte, no curso de Eng.Agro.

E eu me sinto muito feliz em poder compartilhar isto com vocês, sejam vocês quem for. Hahaha. E que venha o TCC.

Aquele abraço.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Olá²

Olá.
Estava indo deitar e lembrei que há dias não venho aqui. Já tem ficado bem clichê e chato pra caramba iniciar o texto com a mesma frase. Sério eu realmente me sinto incomodado, fica parecendo que tenho vários documentos em word com este cabeçalho, mas fato é que ando realmente ausente. E, nossa! Eu preciso ir. Nem cheguei, na verdade, mas preciso ir.
Logo mais estarei encarando mais uma dura batalha nesta minha grande e longa guerra que é a perseguição do objetivo. Fator chave para eu ter tomado algumas decisões durante todo este tempo em minha vida e por ter aberto mão de muitas coisas também.
Aaah, eu não vi de mãos vazias e frias, não vim de mãos presas. “Surpresa”! A novidade é que meu período 2015/02 já está definido, cursarei o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e as duas últimas disciplinas que faltam para, finalmente, me tornar Bacharel em Engenharia Agronômica. Mas para isso ser verdade eu preciso assinar as duas vias de fato e, em virtude disso, preciso me retirar agora porque uma das assinaturas ainda permanece em curso.

Abraço.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Welcome december

Seria maravilhoso poder pegar o projeto da vida pronto, estalar os dedos e ver tudo perfeitamente estabelecido tal qual fora projetado. Seria esplendoroso se no mundo existissem mais pessoas boas do que ruim, se o amor realmente fosse uma hegemonia e não apenas mais uma ação populista que vai perdendo espaço tempo após tempo...
Seria muito bom se, no filme da vida, nós pudéssemos editar o roteiro dos nossos destinos, seria ótimo se fôssemos os diretores para cortar ou acrescentar, de acordo com nossas vontades, as respectivas cenas a serem vividas ao longo da existência passageira neste mundão sem porteiras [?].
Infelizmente não é assim e nós temos que saber desviar das arapucas que o destino lança contra nós. É como naquele joguinho do Mário Kart, lembram? Tá no autódromo e as tartarugas vão jogando espinhos para que furem os pneus Hahahaha é assim que funciona, você nunca sabe em que momento desviar das pancadas, sabe que vai apanhar a qualquer momento, mas não sabe quando.

Abraço.

domingo, 29 de novembro de 2015

Sei lá... O tempo?

Tempo corrente rápido como um raio, ele passa sem tomar conhecimento, segue seu curso onde dele é o senhor. Tempo que a vida segue, mas que não espera ninguém. Tempo que permite, muitas vezes, que alguns fiquem pelo caminho enquanto que novos agregados compunham aquele elo, circulo seguro.
Diz-se verdadeira a seguinte expressão: na vida da gente, só permanecem os verdadeiros. Ainda que alguns fiquem pelo caminho, mas se retornarem é porque são verdadeiros. Eu sou um pouco católico quanto a isto, acho mais sensato dizer que aqueles que ficaram pelo caminho jamais estiveram...
Tempo mestre, professor, sempre nos ensinando como apanhar com classe. Tempo cruel sim, cruel por não nos avisar que, da vida, todas as surras passam por seu querer, são moldadas ao seu curso. Tempo que dá tempo a ele mesmo, mas que é incapaz de perceber que somos completamente inaptos a entender sua lógica.
Tempo que é tempo desde que nasci e que certamente continuará sendo, mesmo para aqueles que virão ao mundo depois de nós e depois de depois deles. Tempo que nos falta e, mesmo assim, enganamo-nos em pensar que estamos matando-o ou ganhando-o. Na real estamos perdendo mais e mais tempo.

O tempo, diferente da água, não possui uma fonte de armazenamento, mas pode-se dizer que, tal qual a ela, é um bem não durável, porém infinito. O tempo não acaba nunca! Nós na verdade é que temos prazo de validade e, claro, como não poderia deixar de ser, este prazo de validade chega ao fim ao seu, quem? Ao seu tempo. *-*

Insano, não?

Abraço.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Quem é vivo sempre aparece, mas os mortos também visitam de vez em quando [?]

Shuoo! Shuuoo! Quanta poeira tem por aqui! Acho que da próxima vez, ao invés de soprar, irei trazer um espanador. Entre a falta de tempo dos meus dias (sim, incluindo sábados e domingos) e a poeira no blog, acabei encontrando uma brecha para dar uma rabiscada aqui. Não é por falta de inspiração ou excesso dela, não é pela falta do que falar ou pelo muito que tenho e resolvo calar, é simplesmente porque há umas três semanas entrei em um relacionamento sério com o Excel, isso mesmo, Excel, esta ferramenta dos infernos que tem tirado minha paciência, sanidade, bom-humor e o pouco tempo que me sobra...
Bom eu sabia que seria assim após uma greve tão longa, então não me dou ao luxo de reclamar. Tô fazendo o meu no sapatinho e engolindo sapos a seco, melhor do que jogar sal nos bichinhos né verdade? O momento na minha vida, ainda que a contragosto, é de ouvir e fingir que não é comigo e, pior que isso, sendo para o meu bem o gosto fica ainda mais amargo... Quem me conhece sabe que gosto de dar a resposta, mas os anos vão passando e apesar de trazerem a velhice, trazem não digo a sabedoria, mas também experiência.

Sempre tive as minhas formas de responder estou apenas me educando para responder em silêncio, mas com ações e resultados.

Bom dia!

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

The fight.

Bom... Como prometido vim dar uma passadinha por aqui para sinalizar o estar de cada coisa e filtrar seus graus... Ultimamente acredito que preciso pedir licença para postar qualquer coisa dada a ausência tão alarmante, mas é que, no ato da previsão dos dias, nós não possuímos o poder de fazer com que tudo ocorra como previsto.
Posso dizer que tive uma tarde hiper proveitosa, onde fui testado, e correspondi negativamente à expectativa daqueles que, de alguma forma, tentaram subestimar a minha capacidade e positivamente à expectativa daqueles a quem tive de defender ao explanar acerca dos assuntos propostos em seminário.
Enfrentando a turma, o desafeto do professor e aquele que é meu pior inimigo ao longo da vida, eu mesmo, o resultado no fim foi um sonoro perfeito, sr. Tasso, encerrava ali o meu suplício. Encerrava aquele misto de suor frio, com tremeliques e ponta dos dedos gelados como um iceberg, contrastando com uma temperatura de rosto que mais parecia estar à beira de uma fogueira recebendo toda aquela pressão no rosto.

Não sei se definitivamente acabou, mas tenho certeza de que venci. Julho de 2016, um belo presente estar formando neste mês, não?

Abraço.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

De passaginha...

Olá, bom dia!
Anh, desde o último post – que foi mais um desabafo – não piseimais aqui, exceto para verificar se minha sóciade blog havia postado algo. É, meus queridos, a vida anda corridinha e tenho passado mais dos meus dias na universidade. Também tive problemas com a internet, onde fiquei de domingo a terça-feira sem acesso, então, por mais que fizesse post’s, não iria rolar de alimentar este faminto muro de informações desinteressantes e bobagentas.
Logo mais, quando voltar da universidade, pretendo dar mais uma passada por aqui e aí eu prometo ficar mais do que os 15 minutos de fama depois os comerciais. Tenho tido um misto de descrença com esperança, luz no fim do túnel... Parece que finalmente a tão esperada liberdade acadêmica vai chegar, tô cruzando os dedos na expectativa... E continuo indiferente ao que 2015 trouxe de bom...

Tenham um bom dia e até mais...

segunda-feira, 26 de outubro de 2015



Segunda-feira, 26 de outubro de 2015 às 22:02, é mais um dia de batalha que termina e eu estou exausto. Tô cansado de sorrisos sem expressão e palavras falsas. Tô cansado de ver meus planos irem por água abaixo, cansado de tanta gente imbecil com o poder de decidir meu futuro como se fosse qualquer...
Hoje tinha tudo para ser mais um dia de superação, sabe? Daqueles que se mata mais um leão, trazendo os louros da vitória parcial, mas volto com um sentimento de derrota e uma vontade grande de mandar tudo se foder, tipo pro inferno todos esses escrotos filhos das putas e infelizmente não posso fazer isso...
Parece que tem uma força superior que tende a puxar para trás e para baixo quando finalmente consigo dar passos largos mirando um fim da jornada. É difícil quando se está só em meio a várias pessoas contra seu favor. E fica cada vez mais complicado retirar forças de onde não tem...

De certa forma, alivia um pouco ter este espaço e, poder, através dele, por pra fora o que ouvido nenhum ao meu redor teve o privilégio de captar...

Sei que o espaço é meu e poderia usá-lo como me conviesse querer, entretanto, de certa forma, peço desculpas em respeito aos meus leitores pelas palavras, mas eu não sou um cara perfeito dotado dos bons modos e dos bons costumes, sou um cidadão de carne e osso que transpira como qualquer outro e que xinga pra caralho quando está muito puto da cara... Hmm... Acho que isso deu pra perceber...

É este não tem título...