terça-feira, 18 de agosto de 2015

Não sei... No inverno fica tarde mais cedo!

Há momentos na vida em que você precisa ser honesto consigo mesmo e a melhor forma de visualizar esta ação é abrindo mão de algumas coisas, mesmo que isto possa te fazer sangrar por dentro é uma decisão que não está sob teu controle, ou tu a faz ou testemunha ela acontecer sem que tu nada possas fazer.
Escrevo esse texto emocionalmente bem, passado um tempo a gente coloca a cabeça no lugar. Pensei no tempo e realmente era tempo demais, tempo este que eu não saberia determinar fim e nem posso, mesmo hoje, dizer quando, como... Não é algo do qual eu detenha poder, queria eu... Deus como eu queria ter o controle. Hahaha.
Pensar além do bem e do mal lembrar de coisas que ninguém viu, é eu já fiz isso. Na verdade faço com bastante frequência o mundo lá sempre a rodar e em cima dele tudo vale, então se a vida segue a gente tem que aprender a pegar carona e seguir junto respeitando a realidade das coisas e as transformações nelas sofridas.
Apesar de todas as mudanças e acontecimentos existentes, acho que cultivar o ódio não é um bom caminho, busco a minha paz espiritual e Deus sabe que tenho os meus próprios demônios. Há momentos na vida em que a melhor maneira de ficar é deixar ir, abrir mão em prol da felicidade... É quem sabe isso quer dizer amor...

sábado, 8 de agosto de 2015

Dia de sol.

Em um dia onde nada dá certo, não seria surpresa as palavras mais simples tornarem-se de alta complexidade. É de chocar, mas até mesmo eu tenho o direito de não estar em um dia bom. Não tenho, no entanto, o direito de descarregar sobre ninguém as minhas frustrações. Eu acabo entendendo aqueles velhos ranzinzas que se trancam em seus quartos para espantar visitas...
Sempre recebi instruções indiretas de que devemos lidar com problemas de frente, mas como os problemas são meus é sábio trata-lo de forma individual. Uns dizem ser egoísmo, que importa? Somente nós mesmos entendemos as razões. Ora uma pessoa expõe suas razões e te critica em seguida pelas mesmas razões em relação a você. Hahahaha incoerência? Sim, existe...
Parece brincadeira todo aquele papo sobre não saber qual lugar ocupar no mundo. Pode ser mera coincidência, mas que tem acontecido com certa regularidade entre uma postagem e outra. Parece que em dias e momentos assim o único lugar que me cabe, como eu mesmo classifiquei no texto passado, é aqui.

blé - Também há trovões em dia de sol.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Insônia ou falta do que fazer...

Um dia já foi muito simples e fácil integrar grupos sociáveis, hoje, no entanto, parece cada vez mais complicado, pelo menos na visão deste que vos escreve... Sociabilidade está tão complicada que chegamos a nos desentendermos com a própria sombra ao observarmos ela ir para a esquerda, quando que, na realidade, estamos indo à direita.
Se prestarmos atenção, há pessoas que passam a vida inteira perdidas em meio a tantas outras pessoas, se glomeram em pequenos e grandes grupos e estão sempre, como ciganos, mudando de um lugar para outro, vagando entre vários ciclos sociáveis.
Parafraseando Renato: “acho que não sei quem sou só sei do que não gosto”. Não sei direito qual lugar ocupar no mundo, de repente meu é qualquer lugar que me cabe, sei quais lugares não quero estar.
Sei que, assim como eu, muitas pessoas repudiam atitudes por mim cometidas, mas isto é normal afinal de contas nós somos diferentes, sentimentos diferentes, pensamos diferentes e agimos de formas diferentes... Sim, repeti propositalmente.
Ultimamente ando questionando os vários ciclos que frequento, sim, como os povos nômades que citei logo acima, tenho me desdobrado entre os ambientes reais, virtuais e talvez até espirituais...

Um dia já fui de bem mais fácil acesso, mas é preciso sair do centro do círculo para poder perceber todos que compõem a roda...

sábado, 1 de agosto de 2015

...

Somente quando as coisas fogem do controle é que percebemos como elas realmente são. Que o primeiro erro não é fruto do vício de errar, mas sim uma tentativa vã de acertar e que perseguir a perfeição é, na realidade, manter certa regularidade em acertos. Obviamente que somos humanos, então com bastante raridade isto será observado. É sabido que, na vida, todo sucesso e todo fracasso são consequências de nossas escolhas, e que por mais que hajam diversas interferências, devemos assumir a culpa ao invés de buscar culpados. Resta aceitar e assumir... rs
Certas atitudes me causam estranheza, mas de que vale questionar se sou estranho desde o modo maçante de explicar algo ao “nem aí” de agir (em) e (de) determinadas formas? A vida segue e eu estou refém das atuais condições, mas continuo focado é uma pena que o objetivo encontra-se inerte dadas as circunstâncias, então estou vivendo porque a roda não pode parar de girar...

Tá ok ?

E esses achismos que insistem em não querer saber a verdade?
Vamos parar de verbalizar o " eu acho". Já deu!