segunda-feira, 26 de outubro de 2015



Segunda-feira, 26 de outubro de 2015 às 22:02, é mais um dia de batalha que termina e eu estou exausto. Tô cansado de sorrisos sem expressão e palavras falsas. Tô cansado de ver meus planos irem por água abaixo, cansado de tanta gente imbecil com o poder de decidir meu futuro como se fosse qualquer...
Hoje tinha tudo para ser mais um dia de superação, sabe? Daqueles que se mata mais um leão, trazendo os louros da vitória parcial, mas volto com um sentimento de derrota e uma vontade grande de mandar tudo se foder, tipo pro inferno todos esses escrotos filhos das putas e infelizmente não posso fazer isso...
Parece que tem uma força superior que tende a puxar para trás e para baixo quando finalmente consigo dar passos largos mirando um fim da jornada. É difícil quando se está só em meio a várias pessoas contra seu favor. E fica cada vez mais complicado retirar forças de onde não tem...

De certa forma, alivia um pouco ter este espaço e, poder, através dele, por pra fora o que ouvido nenhum ao meu redor teve o privilégio de captar...

Sei que o espaço é meu e poderia usá-lo como me conviesse querer, entretanto, de certa forma, peço desculpas em respeito aos meus leitores pelas palavras, mas eu não sou um cara perfeito dotado dos bons modos e dos bons costumes, sou um cidadão de carne e osso que transpira como qualquer outro e que xinga pra caralho quando está muito puto da cara... Hmm... Acho que isso deu pra perceber...

É este não tem título...

sábado, 24 de outubro de 2015

Sábado de sol. Não, eu não aluguei um caminhão [?]

Acordei num silêncio interrompido pelo barulho da água que derramava sem pudor do reservatório suspenso, bem aos fundos do meu quarto. Nossa! Uma verdadeira “porrada” d’água no pé d’ouvido. Sábado que mais parece domingo pela forma que se fez que embora o barulho da água continua silencioso e, por isso, o tom fúnebre de domingo.
Sábado de sol e calor, calor que queima a pele, desidrata as plantas e o solo, superaquece a terra... Diferente daquele calor humano, né? Que une duas almas, que aquece o coração e o faz pulsar com mais intensidade. Acordei ainda lembrando-se do ontem e há quem diga: você acorda tarde, hein? Bom, estou no Acre e tenho diferença de horário, principalmente agora com o horário de verão em vigor.
Sou cada vez mais fã de Humberto Gessinger. Certa vez ele escreveu, em seu blog, que passamos anos procurando água longe e esquecemo-nos de perceber que ela sempre esteve ali, molhando a bainha das calças, bem embaixo dos nossos pés... Postei isso em minha linha do tempo por achar magnífico, hoje repriso este momento por ter certeza do sentido que ele faz. Opa olha eu confrontando o penúltimo texto. Hahahaha!
Bom... Ele tem razão, às vezes está aqui a um palmo do nariz e queremos dificultar buscando ao longe, às vezes é um presente que teve presença no passado, na infância o que torna tudo mais doce. HG é sempre HG.