quinta-feira, 17 de novembro de 2011

"Veja bem"

Eu sou um cara crédulo, não sou muito de duvidar daquilo que, para alguns, é inexistente. Muito embora seja preciso ver, ouvir, tocar e sentir eu acredito apenas em ouvir falar. Nunca toquei ou fui tocado por Deus, mas já passei por algumas situações e, acreditem ou não, algo sempre me livra de coisas ruins. Mas, e aí, já que só se pode acreditar naquilo que se vê o que pode ter acontecido? Os críticos e sábios que batam suas cabeças, ok? Os pseudo-críticos, e os famosos “acredito naquilo que a maioria acreditar” que fique na sua falsa personalidade, sem identidade, ora uma coisa, ora outra coisa – isso é deprimente – enquanto eu fico aqui, com minhas crenças. Hahahahaha!
Os sábios e, verdadeiros estudiosos da palavra esses sim, esses têm alguma propriedade para falar, mas é aquela coisa... Eu vou confiar no que acredito, sabe? E se um parente meu que já faleceu aparecer para mim? – É um demônio, porque nossas almas dormem profundamente após a transição, está na bíblia. Ok, Martinho, ok! Mas eu acredito que não. Se a folha fosse uma só, não é? Mas até meu blog pode ser algo santo, ele, pelo menos, é escrito só por mim... Uma única versão!
Vem às férias e com elas as DPLE’s, e com estas vêm Solos II, eu não agüento mais esse inferno, mas tenho um amuleto! Todas as pessoas a quem já perdi, peço força, orientação, acima de qualquer coisa, peço que mantenha a minha cabecinha no lugar, isso é o principal, é algo que não preciso provar a mim mesmo e nem a ninguém... Mas preciso manter e, nas poucas vezes que rezo, peço por isso porque eu não sou ateu nem por conta de amizades e nem por conta de descrença, para mim, Deus sempre existirá e não é por causa da ciência que estou aqui...
Conto comigo mesmo e com a orientação primeiramente de Deus, e dos meus amoletos...



Abraço!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Mudaram as estações, nada mudou. ♫

A vida cheia de fases que trazem dúvidas, medos, receios. Ela é embasada em opções, escolhas – por vezes egoístas – decisões; e isso cabe somente a nós fazê-las e tê-las.
E lutar com isso é tão complicado, porque muitas vezes temos a inocência de fazer algo em função de um alguém, o que, claro, é um atitude nobre; mas não temos o cacoete para fazermos isso e acabamos por caracterizar essa ação como individualista. Chega a ser uma frustração “fiz para o seu bem, pensando em você”, mas, na interpretação geral, na distinção entre quem aplica e quem recebe a ação, tem-se a noção de que foi uma atitude egoísta.
Sabe tudo que se vai fazer, quando não bem explicado, quando não bem esclarecido, deixa brecha para más interpretações. Eu fiz uma prova hoje e isso serve como exemplo... Se a minha resposta não for coerente, se eu não explicar o que tentei dizer com aquela resposta, o professor não considera, é relativamente simples.
O tempo passa talvez a gente falou aquilo que não queria, ou não queria, mas acabou falando. Ou, ainda, deixou de falar alguma coisa. De repente nossas ações repercutem como um ciclone vai ao ponto de uma maneira devastadora, esse momento do êxtase não pensamos muito em nada, nem em como o que dissemos entrará no entendimento das pessoas. Não pensamos, por exemplo, em como encaixar as palavras, ou como elas irão tocar a pessoa, aí, ainda sim, é egoísmo. O que não pode é querer, depois de tudo, seguir com solo seco e céu azul após um temporal, não pode! Estamos lidando com carne, osso, coração, emoção. Não com um joguinho – sim, eu disse jogo – onde você manda, desmanda, controla, seu personagem morre e você dá o reset, depois ele está lá vivinho para você outra vez.


Aqui é vida real, aqui o outro lado sente também... Eu sei bem como é isso... E já fiz muitas pessoas saberem.




Abraço.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Memórias?


Dizem que recordar é viver, mas é preciso saber o que recordar, pois nessa vida passamos por tantas coisas, por tantas situações que eu não diria “recordar é viver”; e diria, até, mas acrescentaria que vivemos coisas boas e as ruins o que me credita dizer que nem sempre vivemos “felicidades” nesse recordar.
Minha memória é mítica em alguns casos e, ao mesmo tempo, totalmente falha aos quais deveria realmente ser boa. Eu recordo cenas de quando era criança e fui para Cruzeiro do Sul e acredite, eu era muito criança nessa época. Mas é aquela coisa talvez eu não saiba daquilo que todos esperam e, no entanto, eu posso saber de coisas que as pessoas nem imaginam que eu sei ao seu respeito. É tudo tão confuso! Sei de nada ao mesmo tempo em que sei de algumas coisas.
Algumas coisas não se apagam da nossa memória, pode passar o tempo que for às vezes até pensamos que conseguimos esquecer e elas findam aparecendo mais vivas do que deveriam. Por que algumas coisas em nossa mente simplesmente não  ... morrem?

Complicado... Eu acho.


Mas eu já até me acostumei, vem e vai, igual a um post que fiz aqui, titulado exatamente assim. Hahahaha!


Abraço.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O amor, indepentende do seus infinitos sentidos, é determinante na vida de uma, ou de muitas, ou de todas as pessoas.

Pode parecer bobagem o que vou escrever aqui – e se de fato for, olhem o banner do blog e verão que não foge ao tema a que ele se propõe – mas as nossas atitudes são como manequins em vitrines, elas servem como exemplo. Seja para alimentar o ego das pessoas falando mal de você, seja para elas enxergarem, de alguma forma, como caminhar.
Eu costumo dizer que não é muito legal comparar pessoas, não gosto de ser comparado a ninguém... Mas, devo confessar que, algumas muitas coisas a gente acaba meio que copiando. Sejam gestos, sejam ditos populares, sejam algumas formas de agir. Vamos dizer que, de fato, é benéfico “copiar” coisas boas das pessoas; aprender aquilo que é produtivo e mais ainda, poder estar passando suas experiências para estas e outras pessoas. Muitas vezes não temos a capacidade de percepção, mas pessoas produtivas aprendem aquilo que temos como ponto de produção e até nos admiram por isso. E isso é legal.
Mas saindo um pouco do profissional e voltando mais para lado família – seja a sua ou a de quem te têm como padrão – suas atitudes podem colaborar tanto para o bem quanto para o mal, e quando você gera um ser, aí sim, que suas atitudes influenciam vitalmente na vida desta pessoa.

- “Sorte, sorte na vida, filhos feitos de amor” Mesmo? E aqueles filhos que não foram feitos de amor, eles não merecem ser amados? A presença dos pais na vida dos filhos é, impreterivelmente, um fator importante e determinante para o que ele será no futuro. Mas ser presente não é estar na sobre o mesmo teto todos os santos dias, ser presente não é disciplinar o filho num momento de um mal feito. Ser presente é dar atenção, é pegar na mão, é se oferecer mesmo quando o filho não quer, de forma alguma, a sua presença perto. Ser presente é, quem sabe, estar à beira da cama do filho quando ele acordar gritando por ter tido um pesadelo. É fazer prevalecer o carinho e a força da família, muito embora ela não exista, mas é importante para criança sentir-se amada! Eu não sou uma pessoa paciente e pode ser hipocrisia estar escrevendo justo sobre isso, mas não sou uma pessoa violenta também... Eu uso das palavras, acho que elas ferem mais do que uma pancada qualquer. Porque depois que a carne cura por dentro e desincha por fora, acabou. Mas as palavras ficam rodando na nossa mente, as palavras, assim como a serpente de Adão e Eva, vêm com a gente desde o momento em que as ouvimos até, quem sabe, o momento em que estamos desencarnando – eu acho, nunca morri, não posso afirmar. Mas os filhos são orientados pelos pais, segundo as leis familiares, para serem cidadãos de bem! “Ah, mas eu não tive auxilio dos meus pais e sou uma pessoa de bem” meus parabéns, justamente por não ter tido apoio da família, dê todo o seu apoio e ainda pegue mais emprestado para dar aos seus filhos. Educar é ensinar, mostrar e guiar para o que é certo. Educar é disciplinar no momento certo, cobrar com respaldo, com propriedade. Existem famílias que dão tudo aos filhos, desde a liberdade até o conforto e todos os bens materiais de que lhe são do agrado, mas, justamente na hora de disciplinar, jogam tudo isso na cara dos filhos como se fosse algo fundamental para a vida deles e aí eu pergunto: E os pobres? Eles podem julgar os filhos por aquilo que eles não puderam dar? E quando são questionados, por exemplo, “ Mãe, mas o pai do meu amigo faz de tudo por ele. Ele calça sapatos de R$500,00, estuda em escola particular, vai à Itália final do ano, mas recentemente eu descobri que ele anda faltando aula para se encontrar com aquelas pessoas. Mãe, eu queria um sapato daquele e uma calça bem bonita.” Será que dói nessa mãe? Bom se colocar na situação. Mas, sei, eu acho que dói mais na família daquele garoto. Pois ele tem tudo, mas não tem os pais. Ele tem pessoas que lhes dão tudo o que ele precisa, mas ele não tem amor. Ele não tem a presença dos pais, ou do pai ou da mãe. E ele vai crescer... E quando começar a fazer coisas adversas, os pais se perguntam – geralmente com as mãos na cabeça – onde foi que eu errei, eu nunca te deixei faltar nada, porque você é assim, meu filho? Errou em estar perto do filho, mas estar longe, porque o jornal com notícias sobre o Kadafi era mais importante, porque, quem sabe, o penúltimo capítulo da novela iria ser legal e não podia perder, deixou de estar presente porque a festa era mais importante... Deixou de estar presente porque havia resistência da outra parte e, na oportunidade, não manifestou, para servir até mesmo como argumento de defesa num futuro, vontade de estar ali. É como se, de repente acontece isso: “Quer me matar, me mata, minha doença não tem cura e eu vou morrer amanhã, pelo menos já adianta.” Simplesmente aceitar...

Os guias dos filhos são os pais, o sucesso e o fracasso dos filhos são, de fato, de inteira responsabilidade dos pais. O que eles serão quando crescer começa a ser definido pela educação, e isso, amigos, não começa na escola, começa dentro de casa... Eu não sou ótimo como pessoa, não sei se serei bom pai, não prometo isso porque sei do meu temperamento... Mas procurarei sempre lembrar que, tudo o que meu filho fizer, independente de quantos anos tenha, é minha responsabilidade. O nosso erro induz os nossos filhos em sua vivência... O princípio de tudo é dentro de casa...



Até mais!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Fim dos tempos? '-'

Eu vinha no ônibus como sempre, na minha, olhando pela janela e deixando o vento bater nos olhos, perdido em meus próprios pensamentos, ouvindo vozes bem longe – apesar de que, dentro de ônibus, o povo não economiza as cordas vocais, muito menos o volume – desligado.
Só que essa minha hipnose maluca é quebrada por um aparente dialogo ao telefone, e foi então que eu ouvi algo que me surpreendeu; A moça dizia exatamente assim:

“- Eu preciso parar com essas bobagens, porque depois quem fica sofrendo sozinha sou eu.

- Desculpa, eu vou me controlar, vou parar com essas chatices; eu te amo muito. Eu sei que sou chata, mas eu faço isso porque eu tenho medo de te perder.

- Eu sei, se você não me amasse também, não aturaria as minhas besteiras, é por isso que vou tentar mudar, vou fazer um esforço por você e pelo que sinto por você. Não se afasta de mim, eu te amo muito, muito, muito. To no trabalho e infelizmente tenho que desligar, só liguei para ouvir tua voz e acalmar meu coração, estava sentindo muito a tua falta.

- Eu não quero perder você, meu amor. Tudo o que eu faço é para não te perder, mas sei que estou fazendo errado e vou consertar isso, ta? Quando sentir saudade, dá um toque que eu te retorno, eu te amo muito. Mais tarde eu te ligo, um beijo meu amor.”

Eu fiquei surpreso por ter ouvido isso de uma mulher, sabe? É difícil para uma mulher admitir que esteja sufocando o seu parceiro, tudo bem que foi algo por telefone, mas eu achei bonito o gesto da moça de ligar para o namorado, admitir e se desculpar. Ver que está de alguma forma afastando ele dela com aquela atitude e, partir dela o diagnóstico de mudar, o que é muito importante, diga-se de passagem. Sem fazer distinção de sexo; acho que esse tipo de atitude deveria existir de ambos os lados, acho que o bem estar dos casais só conta com a consciência de ambos... Evitaria tantas coisas... Talvez ela teve esse tipo de consciência, ou porque o namorado foi contrário a veras com tais atitudes, ou, quem sabe, a fez sentir na pele o que esse modo de agir acabaria causando. Às vezes por falta de um grito se perde uma boiada inteira...


Fim dos tempos? Não, talvez seja a verdadeira essência do amor ameaçada por desespero... É importante enxergar que a alma do negócio é aproximar sempre, jamais afastar a pessoa amada... Eu não parabenizei a moça pelo ato, mas fiquei feliz por ela.


Esse é só um relato mesmo, achei interessante e quis postar no blog, quem achar que consegue, retira uma lição daí.


A moça era a cobradora do ônibus que faz a linha UFAC.



Abração.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Não é essa a função? (:

Há quem diga que meus textos são relatos revoltados, há que comente que meus textos parecem um bando de setas apontando para todos os lados. Existem pessoas que, não só pensam, mas dizem que meus textos são um conjunto ‘infinito’ finitamente composto por mensagens subliminares. Afinal, o que são os meus textos? Um muito de nada disso... E, no entanto, talvez seja um nada de tudo isso.
É mais provável que seja a minha voz em forma de palavras digitadas. Sabe; tudo o que eu falaria normalmente, mas que, resolvi desabafar abrindo este bloguinho? Então, é bem por aí. Eu volto a frisar que meus textos são de dentro para fora, não de fora para fora. É claro que existem uns excepcionais como os enlutados, por exemplo; o do sonho que tive com meu professor, mas, ainda sim, não deixam de ser de dentro para fora. É uma coisa minha! Talvez, aqui, no meu cantinho, eu tenha mais liberdade para largar as palavras. À minha maneira, da forma que me agrada.

Quantos as mensagens, bem... As mensagens nem sempre são absorvidas como eu gostaria, mas, fazer o quê? É como eu já disse uma vez... Somente eu sei o que coloco no meu blog. A interpretação de vocês pode ser diferente do real sentido do post, mas é a opinião de vocês, e isso, isso é igual a casa de marimbondo, não se mexe. Hahahaha!


Abração.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

É ou não é? Não é!


Se eu ligo por esquecimento? Não mais! Já fiz alguns post’s neste mesmo blog falando sobre essas coisinhas que acontecem falando da minha indignação, da minha chateação com esse tipo de coisa, mas aí, eu acabei parando, olhando para trás e fui pensando que não vale à pena esse tipo de lamentação, até porque, essa lamentação fica por minha conta. Um papel que está a queimar só vai queimar até o fim se o fogo estiver forte, mas, se ele não estiver, vai ficar pela metade sim.
Não trato mais como o fim do mundo esse tipo de coisa, permaneço levando amizade a sério, permaneço considerando os meus amigos, ainda tenho a fragilidade de acreditar nas pessoas e, por isso, acabar me ferrando... Só que algumas coisinhas me fizeram endurecer, sabe? Se for bom ou ruim, isso cabe às pessoas não a mim dizer.
De repente as rochas não esperam que a onda vá bater nelas, vai ver elas são imóveis, então, obviamente que não poderão ir ao encontro das ondas.
Pode parecer maluco, mas agora eu não dou mais um passo... Eu vou nivelando esse tipo de situação de acordo com a freqüência com que acontece. Até porque, o computador não é tão importante, importante é o que você pode fazer através dele. Se importante ele fosse, ao estragar ele não seria jogado no lixo, mas é não é? Foi! Se for, é porque ele não serve mais. Nós somos do mesmo jeito, o exemplo serve só a forma que é diferente. E é nessas que eu vou nivelando. Como um receptor de energia solar, quanto mais sol fizer, mas energia ele gera se não fizer sol... Vale destacar que, SEMPRE, acontece com pessoas que gosto e considero demais. Fazer o quê, né? Não posso dar valor a todos, vai ver eu estou deixando de valorizar quem sempre está ao meu lado.